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segunda-feira, 15 de outubro de 2012


Adivinhem-lá o modelo e as medidas...?
Contra factos não há argumentos...
Conti forever!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

3.º Passeio BTT- Alverca BIke, 13Maio2012


3º PASSEIO BTT ALVERCABIKE
- 13 MAIO 2012 -

O Alvercabike vai realizar no próximo dia 13 de Maio de 2012, o seu 3º passeio em BTT. O passeio será dividido em três percursos com graus de dificuldade diferentes, para que cada participante escolha, consoante o seu nível físico, o percurso mais adequado:

50Km - Passeio com um grau de dificuldade física alta, destinado aos atletas melhor preparados, inclui um nível de altimetria elevado com descidas técnicas, passando por singles tracks extraordinários, tendo dois pontos de controlo e dois abastecimentos.

30Km - Passeio com um grau de dificuldade física média, os participantes necessitam de alguma preparação física, possui alguma dificuldade técnica onde também podem desfrutar das belas paisagens desta região e singles tracks, tendo um abastecimento sensivelmente a meio do percurso.


20Km - Passeio de dificuldade física baixa, destinado aos amantes da bicicleta, mas que ainda não possuem o ritmo físico adequado a grandes voltas. Percurso completamente em plano sempre guiado, percorrendo as principais ruas de Alverca e zonas rurais adjacentes.
Haverá contagem de tempos, meramente para controlo individual, sem índole competitivo, relembra-se que se trata de um simples passeio/convivio.

Dados do evento:

Concentração:
Estádio do F.C. Alverca, junto ao parque da feira pelas 8:00 horas sendo a partida pelas 9:00 horas

Preços:
8€ - Passeio livre marcado, com abastecimentos, dorsais, oferta de lembrança alusiva ao evento, seguro, banhos e lavagem das bikes
14€ - Passeio com almoço de porco no espeto, durante este, serão sorteados diversos brindes.
6€ - Acompanhantes para o almoço.

Inscrições:
As inscrições poderão ser efectuadas através do nosso site, através do formulário existente na opção Inscrições ou se preferir enviando-nos um email para passeio@alvercabike.com ou ainda na sede fo F.C.Alverca.
As inscrições são limitadas a 300 participantes para o passeio e a 150 almoços, sendo encerradas logo que sejam atingidos os limites.

Pagamento:
Através de transferência bancária para o NIB: 0018 0000 0876 0599 0011 0 (F. C. Alverca).
Importante - Enviar comprovativo para o email: passeio@alvercabike.com

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

29er porquê?

Porquê ter uma 29" se podermos ter uma 36"? Como existem tantas vantagens em relação à 26", logo a 36" terá muitas mais...

Pelo menos para as marcas...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

Acreditas no Pai Natal...a minha sobrinha sim...então eu também tenho de acreditar!!!

Proxima aquisição Natal de 201?

Cannondale FLASH CARBON 3 29er

Ou esta.


Specialized STUMPJUMPER COMP CARBON 29er






Ou esta.


Specialized STUMPJUMPER EXPERT CARBON 29er.


Agora Pai Natal fica mais facil de tu decidires...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ALGUNS MODELOS 29 er










Excerto de um comparativo da revista bike magazine

Specialized Rockhopper SL 26 vs 29 - A minha roda é maior que a tua!

Aspectos dinâmicos

1. Agilidade/estabilidade: este é o maior argumento da roda 26 – a maior agilidade devido à menor altura (centro de gravidade baixo) e menor efeito giroscópico da roda, o que facilita as mudanças de direcção. Mas na prática são poucas as situações onde necessitamos de uma agilidade relâmpago. E nos diversos trilhos onde andámos, incluindo singletracks sinuosos e apertados, a roda 29 não chegou a atrapalhar. No campo da estabilidade, a vitória vai para a roda 29, pois o tal efeito giroscópico cria estabilidade e a roda maior não é tão influenciada pelas irregularidades do terreno a velocidades mais elevadas. A desvantagem do maior efeito giroscópico é que te obriga a fazer mais força com o corpo e com os braços para conseguires inclinar a bike para as curvas. E quanto maior a velocidade, pior. Mas com “tomates” e habituação, vais acabar por lá chegar!

2. Leitura do terreno: é aqui que a 29 esmaga a 26! Imagina subires um passeio a 30 km/h com um carro de jante 16 e a seguir fazeres o mesmo com um jipe de jante 19! Quanto maior for a roda menor é o obstáculo (comparativamente). Por isso, num mesmo trilho, a bike de roda 29 passa por cima das mesmas raízes e pedras como se nada fosse. Na verdade, nem sentes falta da suspensão porque passas tão ao de leve pelas irregularidades que quase nem as sentes. Na tracção também tens alguma vantagem, pois a área de pneu em contacto com o chão é maior. O mesmo se aplica à travagem e às curvas.

3. Subir: se por um lado tens mais tracção e negoceias melhor as irregularidades com uma roda 29, a verdade é que a altura desta levanta-te muito a frente, fazendo com que seja necessário inclinares-te bastante sobre o guiador (e fazer força com os braços) para manter a dianteira no solo. Além disso, o ângulo de selim 29 é mais “descaído” que o da 26 (72º vs 73º, respectivamente), o que faz com que não estejas tão em cima dos pedais para aplicar melhor a força (principalmente a subir). E a relação de transmissão é mais pesada (ver caixa Componentes e geometria).
Conclusão

Apesar de partilharem o mesmo nome e quase toda a lista de componentes, as diferenças entre estas Rockhopper são bastantes. No campo estético a SL 26 é uma BTT. Ponto final. Não foge muito ao standard e tem uma decoração bonita e simples. Já a SL 29 não será do agrado de todos. As rodas são grandes em relação a quadro e a própria decoração torna-a um pouco distinta.

No campo dos componentes, as diferenças são mínimas mas tudo o que está relacionado com as rodas impõe limitações. O mercado ainda é fraco em termos de opções, quer seja de aros, rodas completas, raios, pneus, suspensões e até as câmaras-de-ar são difíceis de encontrar. Mas com o tempo a oferta tende a alargar. No entanto, o primeiro passo tem de ser dado pelo comprador, que irá meter este segmento em andamento e criar procura.

Passando estes dois aspectos importantes (estética e produto), tudo o resto parece sorrir à SL29. Como já pudeste ver, no aspecto da condução (principalmente no conforto e controlo da bike em terrenos irregulares) a SL 29 é superior à 26. Só peca pela frente alta e menor capacidade trepadora. De resto é a rainha do trilho e nem mesmo as 400g extra de peso podem ser consideradas um handicap em relação à sua “irmã”. Contas feitas, a roda 29, em geral (e neste frente a frente em específico), tem tudo para vingar, desde que privilegies a condução e ultrapasses a questão da oferta de componentes (que não é assim tão pequena, apenas menor). Neste caso, em que falamos de rígidas de preço acessível, é caso para dizer “maior é… mais divertido”!

domingo, 6 de novembro de 2011

Roda 29" ou Roda 26"?

Há uma nova moda que se designa rodas 29er's que surge em diversos Paises e por cá, a malta não é diferente e esta a pegar "moda".
Todas as principais marcas marcas, já têm modelos disponíveis no mercado sendo a primeira aposta das lojas nacionais a apresentação e aconselhamento na roda 29, estamos perante uma nova "escala", podemos designar como novo mercado ou poeira para os olhos...

Vamos ao que interessas e por isso apresento algumas vantagens e desvantagens das rodas de 29 polegadas em relação às tradicionais de 26 polegadas.

Uma desvantagem considerável é a aceleração das rodas 29er que é bem menor, em contra partida a inércia das mesmas é maior (à volta de 6%) ou seja, depois de embaladas é mais fácil manter a velocidade e o ângulo de ataque, o que evidencia uma maior facilidade em transpor os obstáculos mais pequenos aumentando o conforto. Em trilhos técnicos e apertados não é fácil a sua maneabilidade devido à velocidade diminuta, mas em descidas a mesma é mais rápida, ultrapassando com facilidade os obstáculos. Em "estradas" de terra, que é seu habitat, tem um rendimento superior porque a manutenção da velocidade fica mais fácil de "domar" devido a inércia da mesma.

Tudo isto tirei do que li e vi pois experimentar que é bom e ter uma opinião pessoal vai ser em breve com o apoio da Mais Pedal que vai emprestar uma FLASH 29", em todo o caso e para as voltas que os BTTeam dão penso que estou perante da minha bicla ideal. A ver vamos...


Boas Pedaladas...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Só para rematar o assunto...

Apôs varias "discussões" entre alguns elementos BTTeam... O Tuss, Vasco diz!

Só para rematar o assunto...

http://youtu.be/naKNnwWcY0o

Vá lá, à data do teste muitos ainda nem andavam de bike...
Mas foi exatamente este teste que levou a Ritchey a retirar os carbónicos do mercado e rever toda a produção.
Nos últimos testes feitos pela Bike já não houve problemas com os Ritcheys.

Nota: de qualquer maneira, os meus são da Syntace e da Race Face...

Boas Pedaladas... sem partir os chamados carbónicos!!!

Informação adicional:
Tuss e todos os outros Atchins dos BTTeam devem, podem e eu obrigo a colocar neste espaço que é de todos estas informações para não só vermos como partilhamos com todos os amigos dos Busca Trilhos Team.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Recorde mundial de velocidade em downhill

Foi recentemente batido o recorde de velocidade em Downhill para bicicletas de produção corrente. Podemos ver abaixo:


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Recordes de velocidade em bicicleta




Jose Meiffert foi um ciclista que estabeleceu um recorde mundial de velocidade sobre bicicleta em 16 de julho de 1962, na cidade de Freiburg, Alemanha: 204,73Km/h.
O recorde foi alcançado no vácuo de um automóvel (Mercedes 300SL) movendo um pratinho de 130 dentes e rodas de madeira (não existia carbono).

Abaixo, reprodução de um texto publicado em 1965 escrito por Clifford Graves.

Um grupo de pessoas nervosas se acotovelada ao longo da autoestrada próxima a cidade alemã de Freiburg em julho de 1962.

Herr Heinemann havia medido minuciosamente o quilômetro inicial. Meia dúzia de cronometristas da associação internacional revisavam seus equipamentos elétricos. O capitão Dalicampt, das forças de ocupação francesas distribuiu seus homens em pontos estratégicos ao longo da rodovia. Adolfo Zimber limpou a sujeira invisível do pára-brisa de seu Mercedes. Os repórteres faziam perguntas, faziam apontamentos. José Meiffret estava a ponto de começar seu jogo com a morte.

De todos, Meiffret era o menos nervoso. Um francês pequeno com olhar melancólico e expressão preocupada. Sua bicicleta ao lado, um prato monstruoso de 130 dentes com um pinhão de 15. As rodas eram de madeira para prevenir descolamentos. Os pneus muito gastos eram tubulares. O quadro, reforçado em todos os pontos críticos.

Durante este dia, neste lugar, sobre esta bicicleta, José Meiffret trataria de alcançar a velocidade fantástica de 200 Km/h. Meiffret ajustou o capacete, montou na bicicleta e apertou os firma-pés. Começar a mover semelhante relação era uma odisséia e ele teve ajuda de uma motocicleta. A 30 Km/h Meiffret lutava para ter controle. Suas pernas apenas se moviam. A 60 Km/h começou a rodar em passo firme. A 75 Km/h a Mercedes com a parte final do teto especialmente preparada posicionou-se atrás dele. Com um empurrão de sua mão, Meiffret dispensou a motocicleta e se uniu a parte traseira da Mercedes. Escapou do primeiro risco.

Rapidamente a estranha combinação homem e máquina estava unida. E o risco de morte o acompanhava. A parte final do carro possuia uma pequena roda, mas se ele a tocasse, adeus. De outro lado, se ele ficasse para trás, a mais de 50cm, a turbulência faria picadinho dele. Se o carro sacudisse, ele estaria em perigo mortal. Um engenheiro havia lhe advertido que, nestas velocidades, a força centrífuga poderia fazer com que suas frágeis rodas evaporassem. Não assustado com as perspectivas, Meiffret foi a fundo na sua tarefa.

Agora rodava a 120 Km/h. As notícias da tentativa heróica haviam se espalhado e o caminho estava cheio de espectadores. Quase todos esperavam que algo terrível acontecesse. Herr Thiergarten sinalizou do carro a velocidade, mediante sinais previamente combinados. Meiffret estava conectado por um microfone com o piloto. “Allez, allez”, gritou ele, sabendo que só restavam 14Km para acelerar e desacelerar. O velocímetro mostrou 140 Km/h. O que aconteceria com ele se passasse por uma sujeira, uma mancha de óleo ou uma rajada de vento? Por diante, uma ponte e um grupo de árvores. As perspectivas eram ruins.

No seu bolso, Meiffret levava um bilhete: “Em caso de acidente fatal, peço que todos os espectadores não tenham pena de mim. Sou um homem pobre, um órfão desde os onze e sofri muito. A morte não põe medo em mim. Essa tentativa de recorde é meu modo de me expressar. Se os médicos não puderem fazer nada por mim, por favor me enterrem junto ao caminho onde caí”.

Mas, quem era Meiffret, um homem que além de pedalar uma bicicleta nessa velocidade ainda via a si mesmo tão desapaixonado?

Nasceu em 1913 em Boulouris, Côte d’Azur. Ficou órfão com a idade de 11 anos e teve que se virar soziho. Um dia, voltando para casa sobre sua velha bicicleta, foi derrubado por um automóvel. Ficou muito ferido e sua bicicleta em pedaços. O condutor lhe ofereceu uma nova bicicleta. O resultado é que ela era maravilhosa e em pouco tempo, virou a sua vida. Quando não pedalava, lia. Entre a bicicleta e os livros foi nascendo uma ambição: algum dia iria assombrar o mundo.

Sua primeira corrida foi um fiasco. Com pouca preparação, correu uma prova de 190Km pelas montanhas e “pingou” rapidamente. Seus adversários riram dele, e um médico disse-lhe que tinha um coração fraco e não deveria correr. Nessa noite chorou antes de dormir.

O homem que mudou sua carreira foi Henry Desgrange, o fundador do Tour de France. Desgrange lhe disse: “tente correr atrás de uma moto, poderá se surpreender”.

Nota: correr na roda de uma moto era uma modalidade disputada em duplas: uma motocicleta e um ciclista.

José lhe deu ouvidos. Com medo e agitação entrou em uma corrida atrás de uma moto entre Agradable e Cannes. Sem nenhum treinamento se sentiu cômodo na disciplina. Rodando suavemente e com elegância, em perfeita harmonia com o seu motociclista, terminou na primeira posição. As pessoas enlouqueceram.

Animado pelo sucesso, foi acumulando vitórias e recordes de velocidade atrás de uma moto. Havia encontrado seu caminho.

Mas um ciclista não se faz da noite para o dia. Quando José começava a abrir caminho na pista, estourou a guerra. Após 5 anos de cativeiro, seus objetivos de então, pareciam muito distantes. As corridas atrás de moto tinham uma longa história, mas apenas alguns homens haviam obtido sucesso com isso.

O recorde da hora (atrás de uma moto) foi obtido nos anos 30 pelo francês Paillard com 79,44Km. Meiffret obteve o recorde em 1949 com 87,9. Paillard imediatamente tirou o seu título com 96,49Km. Meiffret selecionou um circuito especial na Alemanha. Aclamado por milhares de espectadores, cobriu 104,79Km em uma hora e poderia ter feito mais se sua motocicleta estivesse a altura de suas habilidades.

No seu esforço para melhorar sua posição em 1951, decidiu correr atrás de carros ao invés de motocicletas. Os carros são maiores e mais rápidos. Nesse campo, o homem a bater era Alfred Latourneur, outro francês, expatriado que havia corrido uma milha atrás de um carro na autoestrada de Los Angeles na velocidade de 160Km/h em 1941.

A primeira tentativa de Meiffret foi com um Talbot mas constatou que não poderia passar de 105Km/h. Engenheiros aerodinâmicos comentaram que deveriam mudar o seu párabrisa. Depois de meses de trabalho e angústia, tentou outra vez. Um trecho de 30Km ao sul de Toulouse foi preparado (inclusive o trajeto do presidente francês foi modificado) para a sua tentativa. A primeira delas falhou. Na segunda, perdeu o vácuo e quase foi derrubado pelo vento. Na terceira, bateu o recorde.

Numa tentativa posterior na pista belga de Montlhery ele teve um sério acidente. Os espectadores, horrorizados, o levaram para uma ambulância e os jornais anunciaram sua morte iminente. Nessa noite, os cirurgiões encontraram cinco fraturas de crânio. Incrivelmente Meiffret sobreviveu.

Após um longo período de recuperação durante o qual ele lutou tanto pela sua saúde física quanto mental, se uniu a ordem religiosa dos trapenses em setembro. Durante esse tempo fez melhoras contínuas sobre sua bicicleta, escreveu seu primeiro livro e estabeleceu contato com centenas de pessoas. Conheceu uma nova autoestrada em Lahr, Alemanha, onde poderia obter a permissão para outra tentativa do quilômetro atrás do carro. Quando caiu, em 1961, já tinha 48 anos e estava a 172Km/h. Isso o convenceu de que poderia alcançar 200Km/h.

O Merdedes funcionou impecavelmente. As pessoas não podiam acreditar nos seus olhos. Um carro em pleno voo com a figura de um ciclista imediatamente atrás, girando as pernas, o vento na camisa. “Allez, allez” gritava no microfone. No carro o velocímetro alcançou 150KM/h, 160, 180. Angustiado, Zimber examinou seu espelho. “Como diabos Mainffret consegue se manter ali? Fantástico!”.

As pernas de Meiffret giravam a 3,1 voltas por segundo. Era mais do que um homem sobre uma bicicleta; o super-homem da bicicleta, o mago dos pedais, a águia do asfalto, o poeta do movimento. Ele sabia que deveria suportar o ambiente hostil por 18 segundos. Quando passou pela segunda bandeira, os cronômetros registraram 17,580 segundos, equivalente a 200Km/h.

Meiffret havia vencido a luta contra a morte.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sistema de mudanças alternativo

Existem, apesar da grande polarização de dois fabricantes, alternativas nos equipamentos de transmissão para bicicletas.

O preço é assustador, mas existem ideias muitissimo interessantes.

Fica o video e o link:

http://www.light-bikes.de/eng/2007/03/02/5rot-hydraulic-shifting/


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