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sábado, 26 de junho de 2010

Fórum das Pasteleiras

Tomei conhecimento da existência de um fórum dedicado quase em exclusivo às saudosas pasteleiras.
Para quem aprecia, aqui fica o link:

segunda-feira, 7 de junho de 2010

BONTRAGER XDX 1.9 Tubeless Ready

Apôs varias analises e com a dica do JC, decidi colocar este pneu na roda traseira para fazer o Verão. É um pneu rápido com um bom desempenho em uma grande variedade de terrenos, XDX Bontrager têm uma excelente tração.
Tubeless Ready esta tecnologia permite que se aproveite todas as vantagens de tubeless, poupando cerca de 100 gramas por roda. Frente ou uso posterior.
Peso 495gr, podem encontrar este pneu na Livre e Radical - Afonsoeiro.


Boas pedaladas... sem furos.

Pneus Kenda Karma Tubeless 2.1

A Kenda, que se orgulha de ser o maior fabricante de pneus nos EUA, propõe os Karma para XC e Maratonas embora o seu rasto também se adapte a Enduro.
A sua polivalência encaixa-os facilmente em diferentes vertentes. Encarregam-se da tracção uns tacos quadrados de tamanho pequeno/médio, de baixo perfil, espaçados o suficiente para que a lama não se torne um hóspede constante assim que o terreno começa a empapar. Na banda central a distância entre tacos não deixa que haja grande resistência ao rolamento, nas laterais passa para um espaçamento maior mas os tacos mantêm-se do mesmo tamanho. O composto é relativamente mole (Stick-E) dando prioridade à aderência em curva face ao tempo de vida do pneu. Com estes tacos e esta tracção não esperes um peso recordista, pesam 725g por pneu, mas podemo-nos gabar de não ter tido furos e depois de longos quilómetros a rolar com baixas pressões não houve perdas de ar. Têm uma carcaça de alto volume que melhora o conforto e torna o comportamento em curva mais flutuante. Fáceis de montar nesta medida 2.1, são uma boa opção para quem anda por terrenos mistos, com zonas rochosas, de pedra solta ou lama. Pode ser usado tanto atrás como à frente. Existe em versão 1.95’’ também tubeless, e mais leve cerca de 140g, e outras quatro versões.
OK
Aderência em diferentes terrenos
Resistência anti-furo
KO
Desgaste rápido
Texto retirado da revista bike magazine.

domingo, 30 de maio de 2010

Bikes de estrada super leves...

A area técnica da construção de bicicletas tem evoluido de um modo exponencial nos ultimos anos. Podem ver um exemplo disso mesmo no link abaixo:

http://www.canyon.com/_pt/technology/project37.html

domingo, 23 de maio de 2010

A Schwalbe lançou uma nova versão do seu modelo Nobby Nic. Este clássico da Schwalbe é há muito apreciado nos E.U.A. por possuir um desempenho sólido e uma resistência ao rolamento bastante assinalável. Este modelo tem conquistado cada vez mais adeptos na Europa.
O Rocket Ron encontra-se entre os pneus mais vendidos da marca. Eles fazem parte da linha Evolution da Schwalbe, uma linha exclusiva que combina tecnologia, arte, a melhor velocidade, através do já conhecido Triple Compound Nano, e os U-blocks para a melhor aderência nas curvas .
O Rocket Ron é um pneu de competição super leve que pesa uns meros 520 gramas e possui uma aderência incrível.
E a grande novidade vai para aqueles que gostam de um pouco de extravagância, pois já é possível adquirir este pneu no clássico tamanho 26 numa edição limitada com a cor branca.
Esta é uma edição que apenas os mais rápidos conseguirão agarrar, basta dizer que apenas foram produzidos 1000 em todo o mundo. No caso português, os primeiros pedidos a serem efectuados serão os primeiros a ser processado. Não perca tempo e agarre já esta edição limitada. Eu também quero...

quinta-feira, 25 de março de 2010

Bicicletas "coxas"

Como sei que no nosso grupo a maioria do pessoal não gosta de bikes só com um perna, lembrei-me de postar estas fotos só para chatear...
Trata-se neste caso da Cannondale Flash 2010.
É rigida e ainda por cima coxa...


... e nem tem avózinha!!!

A cassete é peça unica...

... e a parte mais chata: Peso real, com algumas alterações.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O conhecido “cavalinho” - Grande P. C.

O conhecido “cavalinho” serve na bicicleta para algo mais que impressionar os amigos. Esta manobra servirá para evitares obstáculos quando te deslocares em terrenos acidentados ou pretenderes subir algum.

Para começar a levantar a roda, começa por preparar a tua postura. Sentado no selim, com os cotovelos flectidos e o tronco baixo, posição que também é aconselhável para subir inclinações pronunciadas. Um dos dedos deverá estar no manípulo do travão traseiro. A partir desta posição, passa à postura contrária, estendendo os cotovelos e recuando o tronco.

Esta acção deverá ser sincronizada com uma forte pedalada para a frente e uma puxada forte do guiador para trás e para cima. Faz apenas quando te sentires à vontade na bike.
Texto retirado da revista sportlife.

Esta manobra é frequentemente feita por um amigo das nossas pedaladas, grande(P.C.) e que bem ele faz esta manobra além de andar que se farta. De quando em vez é só olhar para o lado e lá vai o menino de "cavalinho" até chateia, e eu que pensava que era só para se exibir.

Boas pedaladas...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O ADEUS DAS BICICLETAS COM CORRENTE by DYNAMIC BICYCLES

O sistema de corrente/cremalheiras estará para sempre associado à bicicleta. Muitas foram já as tentativas de várias marcas no sentido de ultrapassar esta situação. Um dos sistemas já divulgados é o sistema de correia (belt) já utilizado nas motas e, que até funciona no BTT.
O conceito do cardã também deriva das motas e a DYNAMIC BICYCLES adoptou este sistema ás bicicletas eléctricas. É certo que o cardã já vem sendo utilizado desde o século XIX mas, agora associado á Shimano permite ao utilizador destas bicicletas o uso de um sistema interno do 8 velocidades, que na prática corresponde a 24 velocidades, com menos manutenção e um sistema mais limpo, fiável e duradouro.


A Dynamic vende os seus produtos online através do Site: http://www.dynamicbicycles.eu/epages/ea9891.sf
Este conceito está apenas orientado para circuitos urbanos, parques, avenidas, etc., e os preços rondam os 600 Euros.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Afinação desviador traseiro

A oferta, ao mercado consumidor, dos chamados desviadores traseiros (e de transmissões
completas) é quase totalmente dominada por dois grandes fabricantes, Shimano e SRAM. Em
matéria de grupos/transmissões para bicicletas de estrada existe também a famosa
Campagnolo.
Há outras marcas, com pouca expressão quantitativa, presentes no mercado: Tiso, Suntour,
Sunrace, MSC... Podemos ainda falar dos históricos Sachs, BTP, Mavic, Pecision Billet, Paul e
outras tantas marcas que aparecem e desaparecem quase à velocidade do som.
Os princípios de funcionamento de todos estes desviadores, e consequentemente os de
afinação, são os mesmos, e uma vez percebidos e interiorizados utilizam-se e afinam-se quase
que pela mesma bitola. Fique claro que cada marca (por vezes até modelos diferentes dentro
da mesma marca) tem pequenos truques e manhas que elevam o grau de dificuldade das
respectivas afinações, não as tornando, no entanto, intransponíveis.
O presente artigo tem como propósito explicar como se afinam tais mecanismos.
Esclarece-se que o desviador traseiro além da função que lhe dá o nome, de desviador,
desempenha também a função de esticador da corrente. Toma nota, pois caso a mola que
exerce esta função esteja pouco activa, o resto da afinação pode ficar prejudicada.
Metodologia
Por uma questão de método e de percepção das variáveis que estão em jogo, importa observar
que:
• A transmissão está devidamente limpa (o desviador e respectivos roletes, bem como a
corrente),
• Os cabos funcionam sem resistências nas bichas,
• O braço do esticador não está empenado (os dois roletes têm que estar alinhados um
com o outro), e que,
• O desviador está paralelo ao quadro (ou melhor, que o dropout - pequena peça
metálica onde está apenso o desviador - não se encontre empenado).
Caso não se cumpram estes requisitos qualquer trabalho de tentativa de afinação do desviador
estará, à partida, condenado.
Percebam que em mais de 2/3 das ditas desafinações, a “coisa” não está, de facto, desafinada.
Está suja ou entorpecida ou empenada. Por falta de cuidado do utilizador, por paragens longas
sem estarem cumpridos os procedimentos mínimos de armazenamento do artigo, por empenos
que ocorrem na sequência de quedas ou mesmo por “boleias” apanhadas por troncos e ramos
que persistem em fazer companhia ao ciclista. Faz parte da actividade. Ferramentas necessárias
Para afinares o desviador traseiro vais precisar de uma chave sextavada de 5 mm, uma chave
Philips e uma chave de fendas.
Mas afinal como é que se afina o tal desviador traseiro? Diria que é simples. Tentarei explicar.
Se olharem para o corpo de um desviador traseiro vão deparar-se com três pequenos
parafusos externos. Dois que estão alinhados entre eles e que se encontram no corpo do
desviador, nuns casos na lateral noutros na parte traseira, e na quase totalidade dos casos têm
um “L” (de Low) e um “H” (de High) inscritos mesmo ao lado. O terceiro parafuso tem por
função dar força, quando se aperta no sentido horário, à mola do esticador, e só deverá ser
mexido (é de evitar) caso os nossos percursos sejam habitualmente muito atribulados. A ideia
é não permitir que o desviador ande aos solavancos quando percorremos caminhos mais
acidentados.
Este parafuso é fácil de identificar pois percebe-se que faz força de encontro ao dropout (ou a
qualquer parte que exerce pressão no dito).

Os limitadores
Concentremo-nos então no “L” e no “H”. Ambos são limitadores de curso. Melhor,
parametrizam de onde até onde o desviador pode “navegar”. De “L” até “H”.
Do carreto mais lento “L”(low) que por sinal é o maior e o que está mais próximo dos raios da
roda, até ao carreto mais veloz “H”(high) que é o carreto mais pequeno e que fica na parte
externa da cassete. No fundo eles indicam ao braço do desviador (aquele mecanismo que
transporta os dois roletes para a esquerda e para a direita) que o caminho correcto está
garantidamente situado entre aqueles dois limites.
Para além deste percurso temos de um lado os raios (quando a corrente cai para lá ficamos
com um ar muito feliz) e do outro lado temos a ponta das escoras traseiras para onde a
corrente normalmente não cai mas, quando usamos o carreto pequeno, faz um ruído
desagradável que, a manter-se, acaba por riscar e posteriormente danificar o quadro da
bicicleta.
Como é que devemos então “calibrar” estes dois limites?
Para facilitar a compreensão vamos afiná-los sem corrente. Depois logo explico como se faz
com corrente.
Quando se coloca um desviador novo na bicicleta (operação que se faz sem corrente embora
seja viável fazê-lo com a corrente no sítio) a mola, na sua posição de descanso, empurra o
braço e os roletes para um dos extremos da cassete.
Se o desviador for de mola, dita “normal”, aquele conjunto é empurrado para o carreto mais
pequeno, se for de mola “invertida” (exclusivo de alguns desviadores da Shimano) o tal braço e
roletes são enviados para o carreto maior, junto aos raios.
O assunto começa a ficar controlado. Como?
Deixa que a mola faça o seu trabalho. Soltando o cabo do parafuso que o prende, a mola
encosta-se a um dos extremos da cassete.
a) Se for uma mola normal teremos o tal braço empurrado para o carreto pequeno. Com uma
chave estrela (uma chave de fendas também serve, na maior parte dos casos) colocada no
parafuso “H” e girando-a para um lado e para o outro apruma (ou alinha, como queiras) os
roletes com o carreto.
b) Se for uma mola invertida fazes exactamente o mesmo mas, neste caso, no parafuso “L” e,
consequentemente, no carreto grande (junto aos raios).
Afinado que está o “ponto morto” da mola prossigamos para o outro extremo.
a) Mola normal: com a mão que tiveres disponível e com alguma firmeza empurra o braço de
roletes para junto dos raios e, com a tal chave, aperta e desaperta o parafuso “L” até que
consigas alinhar os roletes com o carreto grande da cassete.
b) No caso do desviador ser invertido, com a mão disponível puxamos, com firmeza, o braço de
roletes para as escoras e com a chaves rodamos o parafuso “H” até os roletes estarem
perfeitamente alinhados com o carreto pequeno.
Podem não acreditar mas o desviador está, neste momento, perfeitamente enquadrado com a
cassete.
Se te lembras, para facilitar a perceberes a filosofia da “coisa”, sugeri fazeres o trabalho sem a
corrente. Se o fizeres com corrente o objectivo é exactamente o mesmo e nem por isso é mais
difícil.
Basta que tenhas o cuidado de puxares a corrente, no pedaleiro, para o lado que estás a fazer
o ajuste e assim a corrente não fica a exercer pressão no braço de roletes dificultando dessa
forma a nossa visão do alinhamento pretendido.
O ajuste do cabo
Na parte inferior do corpo do desviador existe um parafuso por onde tem de passar o cabo que
vem do manípulo e tem por função manter o cabo tenso.
No manípulo de onde sai o cabo atrás referido, coloca a mudança a que corresponde a mola
no seu ponto morto. Como?
Se for um desviador de mola normal coloca o manípulo na mudança mais alta, carreto mais
pequeno. Se o desviador for de mola invertida coloca o manipulo na mudança mais leve,
carreto maior. Desta forma estás, em qualquer dos casos, a colocar a mola do desviador no
seu ponto morto (sem tensão).
Com a mola do desviador sem acção (morta) esticamos o cabo com um alicate e, com ele
esticado e com a chave adequada, prendemo-lo ao corpo do desviador através do tal parafuso.
Agora só falta dar-lhe a tensão adequada. E como?
Vejamos. Em todos os manípulos existem, exactamente onde a bicha termina (ou começa,
como queiras) umas pecinhas rotativas (afinadores) que servem para aumentar ou diminuir a
tensão do cabo. Se as desapertares (sentido anti-horário) aumentas a tensão do cabo e viceversa.
Importante: antes de prenderes o cabo ao corpo do desviador deves “fechar” (apertando,
rodando no sentido dos ponteiros do relógio) quase totalmente (depois de todo fechado alivia
uma volta e meia) os referidos afinadores.
O sucesso
Neste momento tens a mola do desviador traseiro no ponto morto (independentemente do tipo
de desviador) e os afinadores (tanto o do manípulo como o do desviador, quando existe)
praticamente todo fechado. No pedaleiro, coloca a corrente no prato do meio (ou no prato
pequeno, caso só tenha dois pratos).
Agora mete uma mudança no manípulo que comanda o desviador traseiro (apenas um clique)
enquanto com a outra mão vais pedalando devagar. A probabilidade de a mudança entrar (a
corrente muda de carreto) é quase nula e se entrar fica a fazer algum barulho.
Então, com calma, vai desapertando (aumentando a tensão do cabo) o afinador (se tiveres
afinador no desviador é mais fácil, caso contrário faz isso mesmo no afinador do manípulo) até
que a mudança entre no carreto seguinte. Depois dá-lhe para aí mais meia volta até sentires
que a corrente deixa de fazer estardalhaço no carreto. Já está? Óptimo.
Então agora mete mais uma mudança (só uma, um clique). Continua a pedalar (com a outra
mão).
A mudança que meteste desta vez entrou? Huuummm, a coisa está a correr de feição. Dá
quartos de volta no afinador caso sintas algum barulho menos agradável até sentires que a
“coisa” está fina.
Nota, são mesmo quartos (1/4) de volta, não são voltas inteiras. Estás a gostar da música que
vem do perfeito casamento (ou acasalamento, fica ao teu critério) carreto/corrente?
Feito isto, vamos lá a ver se não exageraste na tensão do cabo. Como? Queres mesmo saber?
Então faz-me um favor: tira uma mudança (no manípulo). Só uma. A corrente desceu sem
hesitações?
Então agora põe duas, uma de cada vez. Correu bem? Tira duas. O som do acasalamento está
à maneira? Huummm, consta por aí que estás feito (quase) um mecânico.

O aprumo final
Coloca a corrente no prato pequeno do pedaleiro. Leva a corrente até ao carreto maior da
cassete. A dita tem que entrar sem hesitações nesse carreto. Se tiveres que fazer força para
essa mudança entrar (nos desviadores de mola normal, porque nos de mola invertida tens que
tirar força à mola e a corrente deverá entrar naturalmente no carreto) significa que o limitador
“L” está muito fechado e consequentemente deverás desapertá-lo ligeiramente. Se o
desapertares muito (o tal parafuso “L”) a corrente cai para os raios e eu sei, porque tu já me
confidenciaste, que não queres que isso aconteça. Então toma tino, relembra o que eu te
ensinei ao princípio da nossa “conversa” e afina lá o limitador como mandam as regras.
Depois passa a corrente para o prato grande (do pedaleiro) e para o carreto pequeno (na
cassete) e reafina, se necessário e como já antes também expliquei, o limitador “H”.
Diploma
Parabéns. Já podes sorrir. Tu não sabes mas tens um dos desviadores traseiros mais bem
afinado do mundo.
Se algo não estiver a funcionar na perfeição é porque um dos pressupostos de que te falei
inicialmente estão a complicar a “coisa” ou porque, coisa do que duvido, fui incapaz de fazer de
ti um exímio mecânico.
Texto retirado da revista BikeMagazine: Pedro Dias - Lusobike fotos: João Carlos Oliveira e Nuno Pinto
Boas pedaladas... agradeço ao Eng. J. A.

A História do BTT

O BTT nasceu na Califórnia na década de 1950 através de ciclistas que procuravam desafios diferentes das competições de estrada e de surfistas que procuravam ocupação para os dias sem ondas.
James Finley Scott
Foi provavelmente a primeira pessoa a modificar uma bicicleta exclusivamente para andar fora do alcatrão, em 1953. Para isso usou um quadro Schwinn, guiador plano, travões cantilever e desviadores.
Tom Ritchey
Nasceu na Califórnia em 1956 e foi um dos pioneiros do BTT. Começou por adaptar a sua bicicleta de estrada para BTT e, passados alguns anos, ganhou várias provas de BTT. Além dos titulos, hoje possui uma importante marca de bicicletas: a Ritchey Design, uma das marcas quando se fala em equipamento para ciclismo.
Gary Fisher
Um dos pioneiros no BTT. Em 1963 começa a participar em competições de estrada e em 1964 descobre o Cyclocross. É suspenso por usar cabelos compridos em 1968 e volta em 1972. Em 1979 cria a primeira BTT do mundo juntamente com o seu sócio Charlie Kelly. 160 unidades foram vendidas. Actualmente possui a sua própria marca (Gary Fisher), conhecida por inovações como BTT's de aro 29 e pela qualidade das bicicletas.
Downhill
Vertente do BTT nascida também na califórnia na década de 1970. Os ciclistas hippies da época, cansados do uso da bicicleta de estrada, encontravam-se nas montanhas de Marin Country, perto de San Francisco, Califórnia, para descer montanha abaixo. Para isso usavam bicicletas cruiser (normalmente marca Schwinn) adaptadas com pneus mais largos e travões mais potentes. O Downhill foi a primeira vertente do BTT a ser practicada.
Esta é a história do BTT suas origens e peço a todos os amigos e membros deste blogue que aqui participem e façam parte desta história que é a nossa. Busca Trilhos Team - Alcochete.
Bom Ano e Boas pedaladas...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Bicicletas antigas

A procura de bicicletas têm aumentado e de que maneira. As bicicletas antigas não são excepção e os preços sobem até ao ridículo. O pior é que muitas vezes as bicicletas acabam por ser vendidas por esse preço ridículo quer por ganância do vendedor, quer por ignorância do comprador. Não sei muito bem a que se deve esta procura. Primeiro a moda do BTT. Sim, hoje é uma moda, toda a gente quer fazer BTT para se mostrar desportista, saudável e tal. Mas esta moda é capaz de não ter influência directa nas bicicletas antigas. De qualquer forma muitas lojas de bicicletas, ou melhor, lojas de BTT aproveitam a onda e colocam nas suas montras bicicletas de passeio, bicicletas de criança, réplicas de pasteleiras, enfim, uma confusão que ninguém se entende. O que interessa aqui neste texto são as tais réplicas de bicicletas pasteleiras. Normalmente repletas de material de qualidade inferior são pedidos preços na ordem dos 300€. São bicicletas com componentes vindos do mercado asiático ou de produção descuidada. Eu vou ficar com uma pasteleira que pertencia ao meu avô, e espero desfrutar de alguns passeios, assim como ele o fez.
Para entender o Futuro e sua evolução temos de preservar e valorizar o Passado.
Boas pedaladas...

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

POLAR CS500

Um design inovador e atraente. Em forma de diamante o novo Polar CS500 está mais largo e aerodinâmico que os seus pares mas, ao mesmo tempo mais leve, pesa apenas 50 gramas. Esta estrutura mais larga permite um ecran de mais fácil leitura e incorpora uma nova tecnologia designada de "Rocker Switch", que na prática se traduz em conseguir alternar as diferentes funções do monitor em segurança (sem tirar as mãos do guiador).
Esta particularidade é de grande importância principalmente quando se rola em grande velocidade. Para além das funções já conhecidas, das quais se destacam a velocidade, distância, cadência, temperatura, altitude, inclinação, acumulados de subida e descida, ritmo cardíaco, etc, incorpora ainda um sensor da velocidade e intensidade do vento.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

SPECIALIZED CANCELA A VENDA DOS MODELOS EPIC E ERA 2010

Segundo uma notícia publicada no site "Bike Europe", a Specialized irá cancelar a venda dos modelos abaixo indicados em virtude de estes, apresentarem problemas/defeitos nas escoras que, segundo a marca se deve a um defeito do material utilizado. A notícia (em inglês) pode ser consultada no site: http://www.bike-eu.com/
Modelos afectados:
•2010 Epic Marathon Carbon
•2010 Epic Expert Carbon
•2010 Epic Expert
•2010 Epic Comp Carbon
•2010 Epic Comp
•2010 Era FSR Comp
•2010 Era FSR Expert
Não consegui informação se esta situação se verifica apenas em alguns Países ou se toda a produção foi afectada. Para já não há qualquer notícia oficial da Specialized para os modelos comercializados em Portugal.
Decerto que esta marca tudo fará para resolver o problema.
A sorte do Beto´s que comprou modelo 2009...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

CYCLOPNEU


LOJA DE PNEUS PARA BICICLETA - Um conceito diferente.

Pois é uma loja que concentra uma categoria de componentes que, por vezes, não é fácil de encontrar noutros espaços com esta disponibilidade e dimensão. Pneus e todo o género de componentes que lhes está associado.

A loja CYCLOPNEU pretende a médio prazo juntar as melhores marcas de pneus e ter disponíveis todas as categorias, desde o pneu de cidade até ao pneu tubular de competição. Diferentes medidas, diferentes tamanhos, diferentes compostos, tudo isso será possível de adquirir agora em Portugal a preços interessantes. Excelente.

A Cyclopneu faz envio dos produtos para todo o País sendo que os portes de envio têm um valor de 4,50 €. para compras num valor superior a 60 euros, os portes são grátis. A loja tem pouco tempo de existência mas, pretende no decorrer do próximo ano ser uma referência neste género de componentes, Estrada ou BTT, lazer ou competição.

Para mais informações consultem este site: http://www.cyclopneu.com/

Boas pedaladas

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Bicla com 100 anos...

Bicla com 100 anos a competir com Specialized em carbono - IMPRESSIONANTE!!!

domingo, 1 de novembro de 2009

UM LUBRIFICANTE ACESSÍVEL

Lubrificante LANCAR, foi apresentado na Edição do Festibike deste ano.
Esteve meses à espera desta exposição para ser divulgado ao público. Sob uma iniciativa de marketing em que o produto era vendido por apenas 2 euros obtendo de imediato um vale de desconto de 2 euros em compras na loja online da marca a LANCAR destacou-se no Festibike.
A marca anunciava um poder de lubrificação muito forte e a resistência à água como as grandes qualidades do produto. Eu vi a demonstração do produto e foi impressionante, pois é claro que comprei e depois digo mais alguma coisa sobre o LANCAR...

terça-feira, 20 de outubro de 2009