quinta-feira, 10 de setembro de 2009

SEM COMENTÁRIOS 006






O que é mais difícil?

Subir ou Descer?


Como se diz na publicidade duma conhecida loja de electrodomésticos, “todos nós temos o nosso forte”. Sabes qual é o teu? Falando em termos de pedal, qual é o teu forte? Subir ou descer?

Muitos são aqueles que quando vêem uma subida, começam logo a ficar preocupados, tanto mais, porque isso significa muita libertação de suor, pernas mais pesadas, maior ritmo cardíaco, etc,. Daí surge a famosa frase, “…subir é para quem pode, descer é para quem gosta…” Não será necessariamente assim, pois, não é qualquer um que desce sem ter sistematicamente os dedos colados às manetes de travão. Numa descida, existe também suor, muita adrenalina e um ritmo cardíaco por vezes ainda mais elevado, associado ao risco eminente de uma queda aparatosa, com consequências que podem ser dramáticas, quer para o atleta, quer para a bike.

Há ainda quem consiga conciliar as duas vertentes, mas, por norma, há sempre um “forte” em todos nós. Por estas razões, sou da opinião de que subir não é mais difícil que descer, apenas depende de cada um.


Boas pedaladas...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

SEM COMENTÁRIOS 005




Carbono ou Alumínio?

Esta é uma dúvida que à partida até parece fácil de solucionar. A maior parte de nós, em menos de 2 segundos escolheria o CARBONO como material de eleição na fabricação do quadro e componentes da Bike. Mas será mesmo assim tão simples? Os olhos também comem e sem dúvida, que quando olhamos para um quadro em fibra de carbono, e reparamos na beleza das suas linhas, na ausência de soldaduras, na aparente perfeição de construção de cada tubo, ficamos convencidos. Um dos pontos mais fortes do carbono é sem dúvida o peso, que aliado a uma rigidez extremamente elevada o tornam tão apetecível, principalmente no mundo da competição, pois uma sólida rigidez é fundamental para que se possa transmitir à roda toda a força exercida pelo atleta.

No entanto, também existem quadros em alumínio com soldaduras polidas, com extrema qualidade de construção e com linhas igualmente belas, mas, por norma são um pouco mais pesados e não tão rígidos como os de carbono, fazendo com que não sejam tão apetecíveis, à partida. Existe no entanto, um factor preponderante na escolha do alumínio, o PREÇO.

Sem dúvida que um quadro em alumínio fica menos dispendioso que fabricado no outro nobre material. Isto deve-se aos custos de produção que o carbono representa, nomeadamente na quantidade de matéria-prima utilizada. É pois este factor que faz com que, na hora da escolha da nova bike surjam dúvidas, ainda que aliadas a outros factores, nomeadamente a menor resistência a maus-tratos por parte do carbono e impossibilidade de alterar a pintura de origem. Quanto a mim, continuo a ser fiel ao alumínio no que toca ao BTT, mas se pudesse... quem sabe num futuro próximo haja mais uns €uritos na carteira!!!


Boas pedaladas...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

SEM COMENTÁRIOS 004

Reparem na dimensão dos pneus.

Escolha dificíl - Rígida ou Suspensão total

Esta é uma pergunta que muitos de nós, principiantes ou não, poderemos fazer quando se pensa na compra da uma nova bike. A resposta nem sempre é fácil.


Isto porque existem sempre prós e contras em qualquer uma das situações.


Senão, vejamos, a suspensão total é mais confortável, mas a rígida é mais eficiente, FS (full suspension) normalmente é mais cara, HT (hard tail) possui uma mecânica mais simples, FS é por norma também mais pesada, mas a HT ao fim de duas horas temos as costas um pouco mais empenadas. Há portanto diversas variantes que nos deixam ainda mais confusos. Temos de partir então do tipo de utilização que lhe queremos dar, e para isso existem diversas categorias dentro do BTT, nomeadamente:- Downhill;- All Mountain;- Enduro;- Freeride;- Cross Country;- Dirt, etc.


Para cada uma destas categorias existem modelos específicos. A solução passa por adequar o tipo de bike à modalidade que nos interessa. Mas no XC (cross country) utilizam-se tanto a FS como a HT. Há ainda uma outra situação, que é a do biker que dá o seu passeio com os amigos ao Domingo. Nesta situação é necessário escolher entre os factores já descritos, nomeadamente, o conforto, posição de condução, peso, eficiência, complexidade do equipamento, ou seja, é necessário estabelecer uma hierarquia dos mesmos e selecionar o mais importante, podendo a partir daí fazer a escolha. Sendo dificil de escolher em qualquer um dos casos, espero que este texto não tenho complicado ainda mais!




Boas pedaladas...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Pedalar noutros trilhos...

Férias no Gerês O rescaldo


Foi desta. Na sequência de algumas conversas entre o Shuri e eu acerca de locais para fazer férias com a família, (e com as “amantes”!!!!), surgiu a ideia de ir para um dos meus locais favoritos.


O Gerês.


Após uma semanita de praia, rumámos às magníficas paisagens do Parque Nacional Da Peneda Gerês.
A caravana constituída por dois carros, oito pessoas, duas bicicletas e muuuiiittttaaa tralha, (em famílias com crianças pequenas é mesmo assim, faz parte) chegou ao local da pernoita, o qual tinha um pormenor que não era mencionado nos prospectos: O acesso era de tal modo inclinado e com árvores que as “marias” se recusaram a tirar de lá os carros. De tal modo que as bikes remodelaram o jardim, aparando os arbustos. Tal viria a condicionar a nossa saída para pedalar…








Dado que já chegámos tarde, apenas jantámos e fizemos planos para a pedalada do dia a seguir visto que reconhecimentos, passeios de curta duração ou algo do género seria muito difícil, quer pelo tempo dispendido, quer pela distância e inclinação do acesso do alojamento à estrada!
Após uma troca de ideias decidiu-se fazer uma saída mais tardia ao contrário do usual, dado que o pequeno-almoço apenas seria servido a partir das 08h30 e que teríamos que sair com os carros e toda a gente a bordo, de modo a permitir que na nossa ausência as mulheres e os miúdos tivessem meio de se deslocar e usufruir deste magnifico cenário natural.







O track seleccionado tinha como percurso a passagem pela Portela do Homem, Campo do Gerês, Calcedónia, Barragem da Caniçada, Caldas do Gerês e regresso à Portela do Homem. Como o tempo estava muito limitado e aquilo é dureza (não se fiem apenas na altimetria), optamos por fazer apenas uma parte de percurso. Subimos à Portela do Homem de carro com as bicicletas, lá deixámos as mulheres e miúdos para verem a paisagem e irem às nascentes de água quente em Espanha. Com todas estas condicionantes montámos em cima das “burras” cerca das 11h30! Mas pelo menos toda a gente gostou e ainda vimos os Garranos…Depois de tudo isto, descemos na direcção do Campo do Gerês, primeiro por alcatrão e maioritariamente pelo percurso da Geira Romana, que nesta zona é uma estrada de terra com um piso razoável e com uma vista magnífica para a barragem de Vilarinho das Furnas.














Chegados ao Campo do Gerês o percurso ia por estrada até à Calcedónia e algures voltaria à terra. Como não gostamos de alcatrão decidimos fazer umas alterações e cortámos por uns trilhos que havíamos visto no dia anterior e pareciam ser magníficos. Tal revelou-se ser algo complicado, visto que nos perdemos várias vezes. Os trilhos não estão identificados na cartografia do GPS e visualmente é impossível saber por onde vamos. A direcção pode ser a certa mas por vezes nem as cabras lá passam…









Assim tivemos por várias vezes que voltar para trás e tomar novos caminhos. Tentámos seguir percursos pedestres, mas passávamos demasiado depressa e falhávamos as marcas… Após várias tentativas, seguimos por um trilho que nos levou à estrada de alcatrão, por onde descemos, visto que a hora de almoço já tinha passado e estava toda a gente à nossa espera. Após alguns quilómetros de descida em alcatrão, chegámos à barragem da Caniçada. Esperavam-nos na vila do Gerês, o que significava subir um bocado. Apesar de ser asfalto, revelou-se bastante duro para mim, que rebentei. Cheguei mais morto que vivo com apenas 40 km feitos e 720m de acumulado! Após a nossa chegada fizemos um piquenique em família, seguido de uma valente banhoca na Cascata do Arado e concluímos a tarde com uma visita ao miradouro da Pedra Bela.











Apesar de apenas de termos feito uma volta muito pequena e rápida é definitivamente uma experiência a repetir, de preferência com mais tempo, melhor preparação física e melhor planeamento do trajecto…

Vejam as fotos e sonhem, ou façam as malas e vão!Aconselho vivamente!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

SEM COMENTÁRIOS 002


SEM COMENTÁRIOS 001


SEM COMENTÁRIOS - nova etiqueta para animar a malta...hi, hi, hi.


A Bicla do Lance...

TREK

LANCE ARMSTRONG corre na equipe Astana, tem uma bicicleta da mesma marca que os restantes colegas de equipa mas... nem tudo é igual. Esta é apenas uma imagem da Trek que Armstrong irá utilizar. Tem as cores da sua sua Fundação (LiveStrong) que pretende precisamente realçar aquilo a que Lance se propôs, a luta contra o Cancro. Tenho um feeling que ainda o vou ver a cortar a meta muitas vezes em primeiro lugar.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

joaobastospereira - as bikes

A outra...

Apresento aqui, para quem não conhece, a minha "amante".

Isto é claro uma "private joke" que tenho com a minha mulher, que me tem aturado nesta doença das bikes...

Assim passo a apresentar a minha actual montada:

Quadro Cannondale Rush SL (aluminio)com amortecedor FOX RP23 e 110 mm de curso(2008);
Suspensão dianteira Marzzochi MX Pro ETA & TAS de 120 mm (2006);
Travões Avid Juicy 5 com rotores Shimano XT(2006);
Rodas com aros DT Swiss 4.2D, raios Sapim CX-Ray com niples em aluminio, cubos XT, pneus Shwalbe Nobby Nick;
Seatpost Thomson;
Selim Scott (herdado do Shuri);
Guiador KCNC sc Bone;
Avanço KCNC 85 mm;
Transmisão totalmente XT;

Aqui fica o aspecto:



Entrou ao serviço em Maio, quando comprei o Quadro Cannondale. Antes disso tinha uma KTM com a qual fiz cerca de 13000 km, e foi a cumplice na maioria das "avarias". Como devem notar a quase totalidade dos componentes é o mesmo... Troquei-a apenas por ter a suspensão trazeira "avariada".

Aqui fica ela:


Bicicletas Ferrari, há pois é...

Depois de anos a produzir carros superdesportivos que deixam meio mundo a sonhar, a marca italiana de Modena lançou uma colecção de bicicletas.

O catálogo é composto por três gamas diferentes existindo três bicicletas de criança, uma de passeio e duas de BTT.
Nos modelos de BTT, o topo de gama é a CX 60 que possui um quadro de suspensão total construído em aluminio pela também já mítica Colnago.

Este modelo monta uma amortecedor Rock Shox Bar, uma suspensão Suntour Epicon, transmissão Shimano Deore LX e travões de disco hidráulico Shimano Deore.

O peso anunciado para este modelo é de 13,8Kg em tamanho M.
A parte menos interessante é o preço que deve rondar os 2500 euros que se justificam pela exclusividade e pelo logotipo do "cavalinho rampante".

O outro modelo de BTT é a CX 50 que apresenta um quadro rígido em aluminio com uma suspensão Suntour XCR-RL. Travões e transmissão ficam a cargo grupo Deore da Shimano.
O peso anunciado em tamanho M é de 13.2Kg e o preço a pagar por este exclusivo modelo deve rondar os 1900 euros.

Enfim mais acessivél do que os bolides de 4 rodas mas mesmo assim a marca do cavalinho rampante, não faz as coisas por menos.

Para saberes mais, consulta: http://www.ferraristore.com/

Historia do Ciclismo

Apesar das contribuições de percursores, como o Barão Drais Von Sauerbronn, Kirkpatrick Macmillan e Pierre Michaux, não poderem ser demasiado citadas, é impossível dizer com certeza quem inventou a bicicleta. De facto, os elementos básicos da bicicleta – duas rodas, um guiador e os pedais – juntaram-se após um período de várias décadas. Os aperfeiçoamentos subsequentes e os suplementos a esses elementos levaram à bicicleta de hoje. Esta linha do tempo regista alguns dos desenvolvimentos mais importantes na história da bicicleta.1800 – 1820
1817 – O Barão Karl Friedrich Drais Von Sauerbronn patenteia um projecto para uma máquina de duas rodas, com armação de madeira e guiador. Chamada a draisina, de acordo com o inventor.
1819 – Denis Johnson regista uma patente para a draisina na Grã-Bretanha. Esta começa a aparecer nas estradas da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos.
1821 – 1840
1839 – Kirkpatrick MAcmillan constrói um veículo de duas rodas similar à draisina mas equipada com pedais para mover a roda de trás.
1841 – 1860
1845 – Na Grã-Bretanha, RW Thompson patenteia “um tubo oco, cheio de ar”. Esta foi a primeira tentativa para criar o pneu.
1861 – 1880
1861 – Pierre Michaux prende um eixo pedaleiro e pedais à roda da frente de um “cavalo elegante” chamando-lhe velocípede.
1869 – A primeira corrida de bicicletas digna de registo ocorre no Parque de St. Cloud, Paris.
Anos 70 – A bicicleta comum ganha popularidade.
1874 – Os primeiros campeonatos mundiais de pista são realizados na Grã-Bretanha.
1881 – 1900
1883 – O Cyclists Touring Club (CTC) é formado na Grã-Bretanha.
1885 – A bicicleta de segurança é lançada por James Starley.
Anos 80 – É inventado o pneu por John Boyd Dunlop.
1901 – 1914
1903 – Realiza-se pela primeira vez a Volta à França.
1914 – As bicicletas são usadas na guerra.
1918 – 1920
1919 – A camisola amarela aparece pela primeira vez na Volta à França. A Volta é ganha por um ciclista Belga, Firmin Lambot.
Firmin Lambot




1921 – 1930
Anos 20 – A corrida de velocidade em pista é a vertente mais popular do ciclismo neste período. O alemão Piet Moeskops domina, ganhando cinco títulos mundiais (1921-1924 e 1926).
1927 – Tullio Campagnolo inventa a roda de aperto rápido.

Tullio Campagnolo
1931 – 1940
1931 – Hubert Opperman (mais tarde armado cavaleiro e ministro australiano) tornando-se o 1.º australiano a ganhar uma corrida de bicicletas clássica, Paris – Brest – Paris.
1933 - Tullio Campagnolo inventa o desviador de mudanças.
1938 – A corrente 3/32 (que é do tamanho usado normalmente) é inventada. Assim designada de acordo com a largura do rolo em cada elo da corrente, esta corrente leva a avanços no desviador de mudanças.
1941 – 1950
1940 – Fausto Coppi ganha a Volta à Itália pela primeira vez.
1944 – Jean Robic (França) ganha a Volta à França do pós-guerra.
1949 – Fausto Coppi ganha as Voltas à Itália e à França.

Fausto Coppi
1951 – 1960
Anos 50 – As corridas profissionais em estrada ganham grande popularidade.
1958 – OS Campeonatos Mundiais aceitam a participação feminina pela primeira vez.
1961 – 1970
1960 – As câmaras de televisão cobrem pela primeira vez corridas ao vivo. As receitas da publicidade levam a um aumento do prémio em dinheiro.
Anos 60 – O ciclismo perde muito da sua popularidade como mio de transporte nos EUA e no Reino Unido.
1971 – 1980
Anos 70 – Surgem as BMX, o triatlo e o ciclismo de montanha. Os fabricantes criam bicicletas de montanha especiais, os atletas de triatlo compram bicicletas de estrada e os entusiastas do exercício físico voltam-se para o ciclismo.
1974 – Eddie Merckx ganha a Volta à França e o Campeonato Mundial de Corrida em Estrada.
1981 – 1990
Anos 80 – Novas técnicas de treino são cada vez mais usadas para melhorar os níveis de performance dos ciclistas profissionais.
Anos 80 – Jeannie Longo domina como Campeã Mundial.
1986 – Greg Lemond torna-se o primeiro americano a ganhar a Volta à França.

Jeannie Longo
1990 – 1991
1990 – Pedais de encaixe de todo-o-terreno começam a ser vendidos.
1990 – Forquetas de suspensão, que ajudam a amortecer os choques de um terreno irregular tornam-se disponíveis comercialmente.
1991 – Djamolidine Abdoujaparov, do Uzbequistão, ganha a corrida de estrada de Ghent-Wevelgem pela primeira vez. (Aos amadoresdo bloco oriental não era permitido correr com profissionais ocidentais até ao fim da União Soviética).
1992 – 1993
1992 – Suspensões completas de bicicletas estão largamente disponíveis pela primeira vez.
1993 – A francesa Anne-Caroline Chausson ganha o seu primeiro Campeonato Mundial Downhill numa corrida de bicicletas de montanha. Ela domina na década seguinte, ganhando mais oito vezes.
1993 – O escocês Graeme Obree estabelece um novo recorde mundial da hora, numa bicicleta com uma nova e radical posição de corrida, dando finalmente origem ao design padrão do UCI em que o ciclista se baixa e agarra a bicicleta.
Anne-Caroline Chausson
Graeme Obree
1994 – 1995
1995 – A produção anual de bicicletas sobe para os 107 milhões de unidades. No mesmo ano a produção automóvel anda à volta dos 37 milhões de unidades.
1996 – 1997
1996 – O cross-country em bicicletas de montanha torna-se modalidade olímpica.
1997 – O EuroVelo, a rede de estradas de ciclismo europeia, é lançado, compreendendo 12 estradas de longa distância por toda a Europa. Actualmente, equivale a 20 000 Km.
1997 – A “European Greenways Association” é estabelecida na primeira Conferência Europeia sobre Trânsito Ligeiro e Vias Ferroviárias, para incentivar o transporte não motorizado nos corredores ferroviários não usados da Europa, caminhos à beira-mar e percursos históricos.
1998 – 1999
1999 – Campagnolo lança a cassete das dez velocidades.
1999 – O americano, Lance Armstrong ganha a Volta à França pela primeira vez.

Lance Armstrong
2000 – 2003 2000 – O triatlo torna-se uma modalidade olímpica.
2000 – As importações americanas de bicicletas batem um recorde de 20,2 milhões.
2001 – É estimado que o número de bicicletas a ser usadas mundialmente situa-se nos 1,4 biliões, enquanto o número de carros é de 340 milhões.
2001 – Chris Boardman estabelece um novo recorde mundial da hora.
2002 – Houve uma subida de 9% no número de americanos a ir trabalhar de bicicleta.
2003 – O americano Lance Armstrong ganha a Volta à França pela 5.ª vez.

Retirado do livro:
Manual Completo de Bicicletas e Ciclismo de Chris Sidwells (2003)

Boas Pedaladas...

Código de Conduta do BTT

Como se tem visto, cada vez mais pessoas aderem em massa a pratica do BTT, tanta gente se junta durante a semana e especialmente ao sábado e ao domingo para andar de bicicleta, sendo por vezes inúmeros bttistas por metro quadrado, tratando-se isto de um passeio informal. Por muita gente desconhecer as regras de conduta quando se pratica BTT, decidimos publicar aqui o Código de Conduta do BTT.


1 - Ceder a passagem a outros transeuntes não motorizados.
2 - Abrandar à proximidade de pedestres e cavaleiros, ultrapassá-los com precaução após os haver prevenido.
3 - Controlar a velocidade nas passagens sem visibilidade.
4 - Circular nos trilhos para evitar destruir a vegetação sobretudo em Parques e Zona Protegidas e evitar passar sobre culturas.
5 - Passar à distância de animais selvagens e não enervar os domésticos.
6 - Jamais deitar detritos no solo. Conservá-los até ao próximo caixote de lixo. Advertir quem assim não proceda.
7 - Respeitar a propriedade privada e pública.
8 - Aprender a rolar em autonomia total. Preparar o seu itinerário, prover a sua alimentação, saber efectuar reparações.
9 - Nunca sair só para uma incursão em terreno desconhecido. Deixar informações acerca do seu itinerário aos que ficam.
10 - Saber, em todas as ocasiões, estar de forma discreta e amável.
11 - Usar o capacete a fim de se proteger, em todas as circunstâncias.
Adaptado das 11 regras de ouro da NORBA (National Off-Road Bicycle Association)

Convém não esquecer
a) Nunca ultrapasses o GUIA do passeio.
b) Contribui activamente para a boa disposição e COMPANHEIRISMO.
c) Não percas de vista o companheiro que vem atrás e preocupa-te em seguir o da frente.
d) Mantém-te a uma DISTÂNCIA segura dos outros ciclistas.
e) Respeita o ESPÍRITO DE GRUPO – um passeio não é uma corrida!
f) Quando se ultrapassa alguém deve-se avisá-lo, anunciando antecipadamente o lado pelo qual vamos passar, e só o fazer com absoluta SEGURANÇA.
g) Dá sempre prioridade de passagem a outros utilizadores dos caminhos, reduz a velocidade, CUMPRIMENTA todos os amigos da Natureza e ajuda-os sempre que necessário.
h) Respeita as PROPRIEDADES, deixa cancelas e portões no estado em que os encontraste e respeita a sinalização.
i) Escolhe percursos adequados e sê auto-suficiente, levando ÁGUA, alimentos e material de reparação de furos e avarias.


Espero que ajude muita gente a evitar acidentes de percurso, que respeite a natureza e acima de tudo que se divirta muito.

Texto retirado sitw http://www.revistapedal.com/


Boas pedaladas...

FOX F100 RLT - afinações gerais...




1. Começa-se por introduzir uma abraçadeira numa das bainhas da suspensão.




2. Depois, desaperta-se a tampa azul que esconde a válvula para ajuste do SAG. Com uma bomba de ar específica para suspensões, introduz-se uma pressão na câmara da suspensão.

3. Com a abraçadeira encostada à parte inferior da bainha, o bttista senta-se em cima da bicicleta numa posição normal.

4. Devido ao peso do bttista, a suspensão deve ter comprimido ligeiramente. Quando o bttista desmonta da bicicleta, a suspensão deve voltar ao curso máximo ficando a abraçadeira a uma certa distância da parte inferior da bainha. A distância entre a abraçadeira e a parte inferior da bainha indica o SAG da suspensão.
O SAG de uma suspensão deve ser em média 15% do curso máximo da mesma. Ou seja, no caso desta F100 que conta com 100mm de curso, o SAG deve ser de 15mm. Medida a distância entre a abraçadeira e a parte inferior da bainha, devemos repetir o processo até ter uma distância de 15mm. Depois, o bttista deve experimentar a suspensão e ver se o seu funcionamento está do seu agrado. Caso precise, pode alterar o SAG para valores entre 10% e 20%.
Em suspensões de maior curso, 150mm ou mais, o SAG pode chegar a ser de 30% do curso da suspensão.

5. Depois de termos um SAG ao nosso gosto, passamos às restantes afinações. Na foto é possível ver três regulações. O botão rotativo vermelho regula a recuperação. A recuperação é a velocidade que a suspensão leva a voltar à posição normal depois de comprimida. No caso desta F100, existem 12 posições/cliques para esse botão. Habitualmente, a afinação típica é rodar tudo para a direita (velocidade mais rápida) e depois dar 5 cliques para a esquerda.
Na mesma imagem também se vê uma alavanca ao lado do botão rotativo vermelho e por cima do botão rotativo azul. Essa alavanca é o bloqueio da suspensão. Rodando no sentido dos ponteiros do relógio bloqueia-se a suspensão. No sentido inverso ao dos ponteiros, desbloqueia-se a suspensão. Mais tarde veremos que a quantidade desse bloqueio também é regulada por outro botão rotativo.
Por último, na foto vê-se um botão rotativo azul mais largo que o vermelho. Rodando esse botão podemos regular a taxa de compressão da suspensão. Rodando no sentido dos ponteiros do relógio estamos a aumentar a dureza. Rodando no sentido inverso estamos a tornar a suspensão mais macia. Não existem afinações típicas para esta regulação. Depende do gosto de cada bttista.

6. Tal como foi referido atrás, a quantidade de bloqueio pode ser regulado através de um botão rotativo azul na parte inferior da suspensão. Na foto é possível ver esse botão. Rodando para a direita tornamos o bloqueio menos eficiente. Rodando para a esquerda ocorre o contrário. Mais uma vez, esta afinação é feita ao gosto do bttista. É normal deixar uma pequena margem no bloqueio para que a suspensão absorva pancadas mais fortes, mesmo quando bloqueada.

E pronto, a Fox F100 RLT está pronta a rolar. Noutras suspensões da Fox, a maioria das afinações são idênticas por isso já não tens razões para não teres a tua Fox a trabalhar a 100%.

Boião Isostar Hydrate & Perform

Bebida isotónica rica em glícidos e sódio.

Para usar antes, durante e após o esforço.

Indicado para esforços intensos e prolongados.

Sabores disponíveis: limão, maçã verde e laranja.

Embalagem com 400 gramas.

Rodas Mavic Crossmax SLR

Excelentes rodas com uma boa qualidade.

Material dos aros: Maxtal, raios (24 em cada roda) em Zicral, enraiamento Isopulse, aros com 21 mm, eixo do cubo traseiro em titânio, cubos QRM. Pesos: roda traseira - 871g; roda dianteira - 749g (ambas com aperto). Diâmetro do buraco da válvula: 6,5 mm. Para sistema standard ou center lock. Recomendadas para pneus de 1.0 a 2.1. Compatível com pneus tubeless ou câmara-de-ar. Apertos rápidos em titânio. O conjunto traz ainda uma chave de aperto de raios, válvula UST e acessórios, manual, íman para a roda dianteira e dois sacos para transporte das rodas.

Verdadeira força da Natureza...


Lance Armstrong conquistou a vitória no Leadville 100, prova de XCM com um percurso de 100 milhas (cerca de 160 km) realizada nas Rocky Mountains do Colorado – USA. O texano que correu pelas cores de sua própria loja percorreu a metade da prova, aproximadamente 80 km, de forma solitária conseguindo 25 minutos de vantagem sobre o segundo lugar, seis vezes campeão da prova, Dave Wiens. Lance chegou à meta com o pneu traseiro furado mas não há informações sobre quantos quilómetros ele percorreu assim. Alguns dos favoritos também tiveram problemas e abandonaram logo cedo como foi o caso de Levi Liepheimer, Tinker Juarez e Jeremiah Bishop.“Fui derrotado. Eu andei no meu limite, foi uma prova fantástica. O Lance é rápido demais”, disse aos repórteres. “A corrida e o empenho desse ano foram diferentes dos anos anteriores”.
“Este ano, Lance veio da Volta à França. No ano passado ele veio do sofá de casa”, brincou Wiens, feliz com a conquista do segundo lugar.
A prova começou com 1300 atletas na linha de partida que tem duração máxima de 12 horas.

Texto retirado Bike Magazine

Os 7 pecados capitais...

Acho muito importante esclarecer que há muitos erros que podem acabar com as nossas participações em passeios ou provas/maratonas, e que podem ser evitados facilmente.

Segue uma pequena lista em ordem mais ou menos cronológica, que está longe de ser perfeita e que pode ser complementada por cada um de nós:

1. Não treinar. Grande erro.
Se não treinas e não tens bases de treino pede uma orientação a amigos, e pesquisa sobre o assunto depois é muito importante seres disciplinado. É péssimo descobrir no dia da prova que se está mal preparado.

2. Bicicleta sem manutenção.
Uma revisão não é tão cara e as nossas biclas merecem os cuidados pra te permitirem curti-la e curtir cada quilômetro.

3. Errar na preparação da prova.
Evite o famoso '8 ou 80'. Não há porque levar toda a caixa de ferramentas, mas também não limite suas ferramentas a um mísero canivete multifunção. E por favor aprenda a usar as ferramentas que vais levar.

4. Ritmos altos, fazer boa dosagem do esforço.
Dá-se a partida e sais como uma bala, pedalando como se fosses apagar um incêndio ou então sais lento demais pensando em poupar energias pra dar um sprint no final. Tens de conhecer bem o teu ritmo e assim acima de tudo deves respeitar os teus limites. Só treinando podes conhecer e saber o que o teu corpo está preparado para fazer.

5. Desconcentração.
Concentra-te para te manteres hidratado, bem alimentado, no percurso certo, no ritmo ideal e sempre alerta (não é so nos escuteiros) a qualquer sinal de desgaste físico prematuro.

6. Calcula bem o tempo de paragem nos postos de abastecimento.
Paragens longas demais, especialmente no início, ou muito curtas, podem te atrasar e prejudicar a condição física. Tens de ser objetivo. Faz o que tens que fazer seja comer, hidratar, repôr a água no camelback e até descansar um pouco, mas não exageres nem para mais nem para menos.
7. Por fim: Completada a prova/passeio!
Não te esqueças que é muito importante fazer os alongamentos, conforme já falamos e tens de fazer uma boa hidratação e alimentação estas tarefas são simples mas muito importantes para a tua saúde, afinal de contas a proxima prova/passeio é já no próximo fim de semana...
Boas pedaladas...

Alongamentos, muito importante...

Alongar os músculos antes e depois das nossas pedaladas.

Seja treino ou passeio longo é uma das formas de cuidar do corpo e, por que não, garantir o bem estar durante e após o exercício. É desejável fazer uma série de alongamento diariamente mesmo que não se pedale. Em dias de passeios ou Maratonas não deixar de fazer antes e depois, não importando o quanto se vai pedalar.

Em baixo deixo uma ilustração/sugestão retirada do livro (Alongue-se) de Bob Anderson com ilustrações de Jean Anderson (Summus Editorial).

Importante: um bom alongamento não está associado à dor e ao sofrimento. Vá apenas até o limite do confortável.
A flexibilidade se conquista ao longo do tempo e não de uma hora pra outra.
Bons alongamentos...
Boas pedaladas...

Specialized FSR xc Comp 2009

Finalmente a bike do Xopinho...
É verdade, a minha estreia em bicicletas acima dos €1000,00 e após uma clavicula partida em bicla emprestada. A FSRxc é sem duvida uma boa opção para quem se está a iniciar nestas andanças. Posso dizer que o seu comportamento é bastante aceitável tendo em conta o seu nivel de equipamento. Devo salientar o quadro que tem um design elegante mas ao mesmo tempo robusto possuindo garantia vitalicia, é uma mais-valia nesta bike de valores acessiveis. Apesar de ser uma suspenção total de inicio de gama da Specialized a FSRxc porta-se lindamente perante os canhões que andam por aí dependendo do kit de unhas de cada um, como sabem não se vende como extra : ).
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Muito mato e boas pedaladas....
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Caracteristicas tecnicas - tecnicas

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

SCOTT GENIUS 20

O parte clavículas…
Esta é a minha bicla, onde o conforto e a qualidade da bicla se sobressai as restantes também porque o meu lindo corpinho assim o exige, houve tempos que achava que já não iria conseguir andar quanto mais ser o chamado numero 1, o que chega sempre primeiro, o que tem mais pedalada. Sim porque na maioria das vezes vou sempre a frente deste grupo de Busca Trilhos Team, embora tenho sempre de aguardar a chegada do restante grupo porque não conheço os caminhos.

Esta já é a minha segunda bicla tenho me mantido fiel a marca SCOTT e esta minha SCOTT GENIUS 20 vem equipada com componentes de gama alta, a Scott Genius 20 oferece-me um quadro com 150mm com o amortecedor Scott Equalizer 2, que permite 3 posições, bloqueado, 95mm e 150m capaz de enfrentar qualquer descida mais acidentada assim como permite uma excelente performance nas mais competitivas maratonas.

Esta conta com um peso muito baixo, 11,80 kg, o que para uma bicicleta com 150mm de curso é algo de assinalável.

Características: Quadro: Scott Genius / IMP4 technology 150mm Suspensão: Fox 32 Talas RL 110-130-150mm Amortecedor: Scott Equalizer 2 Caixa de Direcção: Ritchey Pro 1 1/8" Semi-Integrada Desviador Tr.: Shimano XTR Shadow / 27 velocidades Desviador Fr.: Shimano XT Manípulos: Shimano XT Rapidfire Plus Travões: Shimano XT / Fr.: 180mm / Tr.: 180mm Manetes: Shimano XT Pedaleira: Shimano XT Hollowtech / 44Ax32Ax22A T Corrente: Shimano CN-HG73 Cassete: Shimano XT 11-32t Eixo Pedaleiro: Shimano Cartridge Guiador: Ritchey Carbon Pro 660mm Avanço: Scott MC Pro Pedais: Shimano PD-M540 Espigão de Selim: Scott RC 03-20 Selim: Fizik Tundra Manganese Cubo Fr.: Shimano XT com eixo passante de 15mm Cubo Tr.: Shimano XT Raios: DT Swiss Super Comp Aros: DT Swiss X 430 Disc Pneus: Schwalbe Nobby Nic 26x2.25