sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O ADEUS DAS BICICLETAS COM CORRENTE by DYNAMIC BICYCLES
domingo, 10 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Passeios Gratuitos Serra Sintra_Loja Avalanche
Deram me conhecimento desta loja que organiza regularmente, passeios gratuitos pela serra de Sintra.
É sempre uma alternativa para fugirmos dos trilhos habituais e conhecer novos caminhos
Para quem não se inscreveu na Lagoa do Calvo, Dia 17, há uma alternativa pela Malveira da Serra.
Deixo aqui o Link para consultarem o calendário para Janeiro e Fevereito:
http://www.avalanche.pt/eventos.php?osCsid=1537ba8e10f9460abc36531ef5d14e55
domingo, 3 de janeiro de 2010
Afinação desviador traseiro
completas) é quase totalmente dominada por dois grandes fabricantes, Shimano e SRAM. Em
matéria de grupos/transmissões para bicicletas de estrada existe também a famosa
Campagnolo.
Há outras marcas, com pouca expressão quantitativa, presentes no mercado: Tiso, Suntour,
Sunrace, MSC... Podemos ainda falar dos históricos Sachs, BTP, Mavic, Pecision Billet, Paul e
outras tantas marcas que aparecem e desaparecem quase à velocidade do som.
Os princípios de funcionamento de todos estes desviadores, e consequentemente os de
afinação, são os mesmos, e uma vez percebidos e interiorizados utilizam-se e afinam-se quase
que pela mesma bitola. Fique claro que cada marca (por vezes até modelos diferentes dentro
da mesma marca) tem pequenos truques e manhas que elevam o grau de dificuldade das
respectivas afinações, não as tornando, no entanto, intransponíveis.
O presente artigo tem como propósito explicar como se afinam tais mecanismos.
Esclarece-se que o desviador traseiro além da função que lhe dá o nome, de desviador,
desempenha também a função de esticador da corrente. Toma nota, pois caso a mola que
exerce esta função esteja pouco activa, o resto da afinação pode ficar prejudicada.

MetodologiaPor uma questão de método e de percepção das variáveis que estão em jogo, importa observar
que:
• A transmissão está devidamente limpa (o desviador e respectivos roletes, bem como a
corrente),
• Os cabos funcionam sem resistências nas bichas,
• O braço do esticador não está empenado (os dois roletes têm que estar alinhados um
com o outro), e que,
• O desviador está paralelo ao quadro (ou melhor, que o dropout - pequena peça
metálica onde está apenso o desviador - não se encontre empenado).
Caso não se cumpram estes requisitos qualquer trabalho de tentativa de afinação do desviador
estará, à partida, condenado.
Percebam que em mais de 2/3 das ditas desafinações, a “coisa” não está, de facto, desafinada.
Está suja ou entorpecida ou empenada. Por falta de cuidado do utilizador, por paragens longas
sem estarem cumpridos os procedimentos mínimos de armazenamento do artigo, por empenos
que ocorrem na sequência de quedas ou mesmo por “boleias” apanhadas por troncos e ramos
que persistem em fazer companhia ao ciclista. Faz parte da actividade.
Ferramentas necessárias
Para afinares o desviador traseiro vais precisar de uma chave sextavada de 5 mm, uma chavePhilips e uma chave de fendas.
Mas afinal como é que se afina o tal desviador traseiro? Diria que é simples. Tentarei explicar.
Se olharem para o corpo de um desviador traseiro vão deparar-se com três pequenos
parafusos externos. Dois que estão alinhados entre eles e que se encontram no corpo do
desviador, nuns casos na lateral noutros na parte traseira, e na quase totalidade dos casos têm
um “L” (de Low) e um “H” (de High) inscritos mesmo ao lado. O terceiro parafuso tem por
função dar força, quando se aperta no sentido horário, à mola do esticador, e só deverá ser
mexido (é de evitar) caso os nossos percursos sejam habitualmente muito atribulados. A ideia
é não permitir que o desviador ande aos solavancos quando percorremos caminhos mais
acidentados.
Este parafuso é fácil de identificar pois percebe-se que faz força de encontro ao dropout (ou a
qualquer parte que exerce pressão no dito).
Os limitadoresConcentremo-nos então no “L” e no “H”. Ambos são limitadores de curso. Melhor,
parametrizam de onde até onde o desviador pode “navegar”. De “L” até “H”.
Do carreto mais lento “L”(low) que por sinal é o maior e o que está mais próximo dos raios da
roda, até ao carreto mais veloz “H”(high) que é o carreto mais pequeno e que fica na parte
externa da cassete. No fundo eles indicam ao braço do desviador (aquele mecanismo que
transporta os dois roletes para a esquerda e para a direita) que o caminho correcto está
garantidamente situado entre aqueles dois limites.
Para além deste percurso temos de um lado os raios (quando a corrente cai para lá ficamos
com um ar muito feliz) e do outro lado temos a ponta das escoras traseiras para onde a
corrente normalmente não cai mas, quando usamos o carreto pequeno, faz um ruído
desagradável que, a manter-se, acaba por riscar e posteriormente danificar o quadro da
bicicleta.
Como é que devemos então “calibrar” estes dois limites?
Para facilitar a compreensão vamos afiná-los sem corrente. Depois logo explico como se faz
com corrente.
Quando se coloca um desviador novo na bicicleta (operação que se faz sem corrente embora
seja viável fazê-lo com a corrente no sítio) a mola, na sua posição de descanso, empurra o
braço e os roletes para um dos extremos da cassete.
Se o desviador for de mola, dita “normal”, aquele conjunto é empurrado para o carreto mais
pequeno, se for de mola “invertida” (exclusivo de alguns desviadores da Shimano) o tal braço e
roletes são enviados para o carreto maior, junto aos raios.
O assunto começa a ficar controlado. Como?Deixa que a mola faça o seu trabalho. Soltando o cabo do parafuso que o prende, a mola
encosta-se a um dos extremos da cassete.
a) Se for uma mola normal teremos o tal braço empurrado para o carreto pequeno. Com uma
chave estrela (uma chave de fendas também serve, na maior parte dos casos) colocada no
parafuso “H” e girando-a para um lado e para o outro apruma (ou alinha, como queiras) os
roletes com o carreto.
b) Se for uma mola invertida fazes exactamente o mesmo mas, neste caso, no parafuso “L” e,
consequentemente, no carreto grande (junto aos raios).
Afinado que está o “ponto morto” da mola prossigamos para o outro extremo.
a) Mola normal: com a mão que tiveres disponível e com alguma firmeza empurra o braço de
roletes para junto dos raios e, com a tal chave, aperta e desaperta o parafuso “L” até que
consigas alinhar os roletes com o carreto grande da cassete.
b) No caso do desviador ser invertido, com a mão disponível puxamos, com firmeza, o braço de
roletes para as escoras e com a chaves rodamos o parafuso “H” até os roletes estarem
perfeitamente alinhados com o carreto pequeno.
Podem não acreditar mas o desviador está, neste momento, perfeitamente enquadrado com a
cassete.
Se te lembras, para facilitar a perceberes a filosofia da “coisa”, sugeri fazeres o trabalho sem a
corrente. Se o fizeres com corrente o objectivo é exactamente o mesmo e nem por isso é mais
difícil.
o ajuste e assim a corrente não fica a exercer pressão no braço de roletes dificultando dessa
forma a nossa visão do alinhamento pretendido.
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Na parte inferior do corpo do desviador existe um parafuso por onde tem de passar o cabo que
vem do manípulo e tem por função manter o cabo tenso.
No manípulo de onde sai o cabo atrás referido, coloca a mudança a que corresponde a mola
no seu ponto morto. Como?
Se for um desviador de mola normal coloca o manípulo na mudança mais alta, carreto mais
pequeno. Se o desviador for de mola invertida coloca o manipulo na mudança mais leve,
carreto maior. Desta forma estás, em qualquer dos casos, a colocar a mola do desviador no
seu ponto morto (sem tensão).
Com a mola do desviador sem acção (morta) esticamos o cabo com um alicate e, com ele
esticado e com a chave adequada, prendemo-lo ao corpo do desviador através do tal parafuso.
Agora só falta dar-lhe a tensão adequada. E como?
Vejamos. Em todos os manípulos existem, exactamente onde a bicha termina (ou começa,
como queiras) umas pecinhas rotativas (afinadores) que servem para aumentar ou diminuir a
tensão do cabo. Se as desapertares (sentido anti-horário) aumentas a tensão do cabo e viceversa.
Importante: antes de prenderes o cabo ao corpo do desviador deves “fechar” (apertando,
rodando no sentido dos ponteiros do relógio) quase totalmente (depois de todo fechado alivia
uma volta e meia) os referidos afinadores.
Neste momento tens a mola do desviador traseiro no ponto morto (independentemente do tipo
de desviador) e os afinadores (tanto o do manípulo como o do desviador, quando existe)
praticamente todo fechado. No pedaleiro, coloca a
corrente no prato do meio (ou no pratopequeno, caso só tenha dois pratos).
Agora mete uma mudança no manípulo que comanda o desviador traseiro (apenas um clique)
enquanto com a outra mão vais pedalando devagar. A probabilidade de a mudança entrar (a
corrente muda de carreto) é quase nula e se entrar fica a fazer algum barulho.
Então, com calma, vai desapertando (aumentando a tensão do cabo) o afinador (se tiveres
afinador no desviador é mais fácil, caso contrário faz isso mesmo no afinador do manípulo) até
que a mudança entre no carreto seguinte. Depois dá-lhe para aí mais meia volta até sentires
que a corrente deixa de fazer estardalhaço no carreto. Já está? Óptimo.
Então agora mete mais uma mudança (só uma, um clique). Continua a pedalar (com a outra
mão).
A mudança que meteste desta vez entrou? Huuummm, a coisa está a correr de feição. Dá
quartos de volta no afinador caso sintas algum barulho menos agradável até sentires que a
“coisa” está fina.
Nota, são mesmo quartos (1/4) de volta, não são voltas inteiras. Estás a gostar da música que
vem do perfeito casamento (ou acasalamento, fica ao teu critério) carreto/corrente?
Feito isto, vamos lá a ver se não exageraste na tensão do cabo. Como? Queres mesmo saber?
Então faz-me um favor: tira uma mudança (no manípulo). Só uma. A corrente desceu sem
hesitações?
Então agora põe duas, uma de cada vez. Correu bem? Tira duas. O som do acasalamento está
à maneira? Huummm, consta por aí que estás feito (quase) um mecânico.
O aprumo final
Coloca a corrente no prato pequeno do pedaleiro. Leva a corrente até ao carreto maior da
cassete. A dita tem que entrar sem hesitações nesse carreto. Se tiveres que fazer força para
essa mudança entrar (nos desviadores de mola normal, porque nos de mola invertida tens que
tirar força à mola e a corrente deverá entrar naturalmente no carreto) significa que o limitador
“L” está muito fechado e consequentemente deverás desapertá-lo ligeiramente. Se o
desapertares muito (o tal parafuso “L”) a corrente cai para os raios e eu sei, porque tu já me
confidenciaste, que não queres que isso aconteça. Então toma tino, relembra o que eu te
ensinei ao princípio da nossa “conversa” e afina lá o limitador como mandam as regras.
Depois passa a corrente para o prato grande (do pedaleiro) e para o carreto pequeno (na
cassete) e reafina, se necessário e como já antes também expliquei, o limitador “H”.
Parabéns. Já podes sorrir. Tu não sabes mas tens um dos desviadores traseiros mais bem
afinado do mundo.
Se algo não estiver a funcionar na perfeição é porque um dos pressupostos de que te falei
inicialmente estão a complicar a “coisa” ou porque, coisa do que duvido, fui incapaz de fazer de
ti um exímio mecânico.
A História do BTT
James Finley Scott
Foi provavelmente a primeira pessoa a modificar uma bicicleta exclusivamente para andar fora do alcatrão, em 1953. Para isso usou um quadro Schwinn, guiador plano, travões cantilever e desviadores.
Tom Ritchey
Nasceu na Califórnia em 1956 e foi um dos pioneiros do BTT. Começou por adaptar a sua bicicleta de estrada para BTT e, passados alguns anos, ganhou várias provas de BTT. Além dos titulos, hoje possui uma importante marca de bicicletas: a Ritchey Design, uma das marcas quando se fala em equipamento para ciclismo.
Gary Fisher
Um dos pioneiros no BTT. Em 1963 começa a participar em competições de estrada e em 1964 descobre o Cyclocross. É suspenso por usar cabelos compridos em 1968 e volta em 1972. Em 1979 cria a primeira BTT do mundo juntamente com o seu sócio Charlie Kelly. 160 unidades foram vendidas. Actualmente possui a sua própria marca (Gary Fisher), conhecida por inovações como BTT's de aro 29 e pela qualidade das bicicletas.
Downhill
Vertente do BTT nascida também na califórnia na década de 1970. Os ciclistas hippies da época, cansados do uso da bicicleta de estrada, encontravam-se nas montanhas de Marin Country, perto de San Francisco, Califórnia, para descer montanha abaixo. Para isso usavam bicicletas cruiser (normalmente marca Schwinn) adaptadas com pneus mais largos e travões mais potentes. O Downhill foi a primeira vertente do BTT a ser practicada.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Fotos de Arquivo III
Aqui ficam mais umas fotos antigas, desta vez num dos nossos locais favoritos: Serra da Arrábida
domingo, 27 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
BTT Arrábida "-2º"
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
SEM COMENTÁRIOS 026
sábado, 19 de dezembro de 2009
Fotos de arquivo...
Parece que foi à séculos!
Espero que gostem!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Várias fotos - Colagem
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Bicicletas antigas
domingo, 13 de dezembro de 2009
7ª Maratona BTT do Mondego - Ribeira de Frades-Coimbra - 31Jan10
Esta edição e atendendo sempre às sugestões que nos têm sido feitas pelos participantes nas anteriores edições, irá ter 3 provas distintas:
40 Km - 80 Km - Passeio da Família
40 Km
Terá 1 reabastecimento com barras e bebida energéticas, água, fruta e queques
80 Km
Terá 3 reabastecimentos com barras e bebida energéticas, água, fruta e queques
O Passeio da Família
Destina-se a todos aqueles que se querem iniciar nestas andanças do BTT ou, por outro lado, queiram passear por estas bandas na companhia de toda a família, irá desenrolar-se em partes do percurso das outras provas e será uma prova com guia e tem uma vertente de Solidariedade para com a Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra. O Percurso será de baixa dificuldade, com cerca de 20 Km, percorrendo os campos do Rio Mondego.
As incrições estão abertas e poderão ser feitas através dos seguintes meios http://maratonabttmondego.blogspot.com/
Email: btt.mondego@gmail.com
Fax: 239 445 057
Correio para: Núcleo Sportinguista do Mondego Rua Comendador Eduardo Filipe, 50, Ribeira de Frades, 3040-865 COIMBRA.
Inscrições até 25 de Janeiro de 2009
Maratonas - 15 Euros até 31 de Dezembro de 2009.
Após esta data a inscrição importará em 20 Euros.
Almoço incluído
As betetistas femininas participam, nas maratonas, de forma gratuita.
Passeio da Família - 05 Euros + 05 Euros para almoço
As verbas recebidas com as inscrições no Passeio da Família vão reverter para a Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra
Brevemente iremos disponibilizar a altimetria dos percursos.
Qualquer informação adicional deve ser solicitada através do email: btt.mondego@gmail.com ou através dos tlm 917 543 780 ou 962 656 135
MAIS INFO NO SITIO DO COSTUME: AQUI
sábado, 12 de dezembro de 2009
II Passeio BTT Lagoa do Calvo - 17 Janeiro 2010
17 de Janeiro, penso que seria uma boa data para a nossa próxima incursão num evento que se denomina de passeio mas é uma prova com classificação.
É aqui perto e é muito fixe o percurso, pelo menos dizem que sim :)
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O BTT Lagoa do Calvo promove mais um grande passeio de BTT.
Este será o II Passeio BTT Lagoa do Calvo, inserido nas Comemorações do 66º Aniversário da Sociedade Recreativa 1º Janeiro.
É um Passeio com marcações sendo o participante a controlar a sua velocidade.
Distâncias
40 km -- Andamento livre -- de Baixa - Média dificuldade
70 km -- Andamento livre -- de Média - Alta dificuldade
"Altimetria e Tracks de GPS" Esperamos vir a arranjar. :fixe:
Valor da Inscrição;
18 Pedaladas - (10 Pedaladas s/ Almoço)
Acompanhantes - 10 Pedaladas
O Passeio inclui -> Seguro, Lembranças, T-shirt alusiva ao evento, Carro de apoio, Abastecimentos (sólidos e liquídos), Lavagem de bikes Banhos e Almoço
Inscrições-> AQUI
Limitadas as 250 participantes / 7 de Janeiro
Notas Importantes:
• O comprovativo de pagamento deverá ser enviado através de e-mail para bttlagoadocalvo@gmail.com
• Caso seja menor de 18 anos, deverá entregar no secretariado a declaração de autorização assinada por um dos pais ou tutor legal.
• O uso do capacete é OBRIGATÓRIO!
Informações:
bttlagoadocalvo@gmail.com
934344352
936454637
http://bttlagoadocalvo.blogspot.com/
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Maratona de Canha - Classificações Busca Trilhos
Classificação final da participação dos Busca Trilhos Team na Maratona de Canha:
74º lugar Dorsal 117 - Manuel Simoes - 40Km (1.47.11)
105º lugar Dorsal 658 - Alberto Botas - 40 Km (1.55.40)
123º lugar Dorsal 164 - António José Marques - 40 Km (1.57.15)
162º lugar Dorsal 258 - Fernando Santos - 40 Km (1.59.53)
199º lugar Dorsal 630 - Bruno Soares - 40 Km (2.01.58)
385º lugar Dorsal 631 - João Costa - 40 Km (2.20.51)
386º lugar Dorsal 857 - Sérgio Simões - 40 Km (2.20.55)
591º lugar Dorsal 163 - Jorge Serra - 40 Km (3.07.45)
Foi uma prova com um bom percurso mas com altos e baixo em relação a organização, têm de limitar as participações ou melhorar as condições de apoio, mas para o ano lá estaremos.
Boas Pedaladas...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Herdade de Bate-Orelhas_8 Dezembro 2009
Alcochete-Poceirão-Alcochete - 22 Novembro 09
digo "passeiozinho" informal dos
Busca Trilhos Team.Os 80 Km do Alcochete-Poceirão-Alcochete, contou com a participação de 11 elementos.
Terreno pesado, com muita areia e lama com passagem por Rio Frio e Valdeira.
À excepção de um furo do Stressman, não houve avarias (só grandes máquinas) nem quedas...relevantes

Saída da Londres às 9h chegada cerca das 14h.f
Abastecimentos em Valdeira e Poceirão.
Deixo aqui o registo fotográfico:
POLAR CS500
Um design inovador e atraente. Em forma de diamante o novo Polar CS500 está mais largo e aerodinâmico que os seus pares mas, ao mesmo tempo mais leve, pesa apenas 50 gramas. Esta estrutura mais larga permite um ecran de mais fácil leitura e incorpora uma nova tecnologia designada de "Rocker Switch", que na prática se traduz em conseguir alternar as diferentes funções do monitor em segurança (sem tirar as mãos do guiador).segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
5º Passeio Nocturno BTT "São Silvestre”

A concentração para o passeio será a
partir das 20H00 no Parque da Cidade com partida pelas 21H00
e chegada ao mesmo local. O Passeio terá cerca de 30Km por estradas do Concelho do Barreiro, o mais possível em terra, com passagem “obrigatória” pela Mata Nacional da Machada.
A inscrição, no valor de 1€, inclui para além da participação no passeio, abastecimento de chá quente e Bolo-Rei, Caldo Verde no final, seguro, policiamento, ambulância e muita diversão com uma pontinha de aventura.
Estamos a pedir aos participantes que no acto do secretariado doem um brinquedo, usado ou não, que fará feliz as crianças das associações de solidariedade social Casa dos Rapazes, Instituto dos Ferroviários e RUMO.
Este passeio conta com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro, Juntas de Freguesia do Lavradio e de Palhais, Fórum Barreiro, Sport Zone, Pastelaria Zé-Zé (Lavradio) e Café Amor e Sonho (Palhais).
Mais Informaçãos AQUI
sábado, 5 de dezembro de 2009
Ataque ao Caramulinho
Como alguns de vós já sabiam eu desde à muito que queria fazer alguns trilhos e/ou a ascenção ao Caramulo, visto que é um local que me diz muito.
O ano passado alguns grupos fizeram uma subida à Serra que recebeu o nome de ataque ao Caramulinho (zona mais alta da Serra do Caramulo) que derivado às condições atmosféricas com as quais se desenrolou recebeu uma atenção especial da comunidade BTTistica e minha em particular...
http://www.forumbtt.net/index.php/topic,48159.0.html
Quando soube que este ano haveria uma repetição, e apesar de saber que seria quase impossivel haver neve, fiquei logo com vontade de participar, mais que não fosse pelos trilhos que desejava conhecer!
http://www.forumbtt.net/index.php/topic,68986.0.html
No entanto só decidi avançar com a minha participação no Domingo. O plano seria na Segunda levar o carro para o trabalho, já com a bike desmontada lá dentro, roupa e abastecimentos de modo a arrancar logo às 17h00 e cumprir os 300km até à casa dos meus avós, onde passaria a noite. Na manhã seguinte descer a serra até Tondela, onde me juntaria aos "Manhosos" para efectuar o percurso com partida e chegada ao mesmo lugar, de onde partiria de regresso a casa.
E assim foi...
O percurso é fantástico numa zona de trilhos durissimos para nós, que estamos mais habituados à planicie...
As condições atmosféricas estavam tipicas de Inverno naquela zona: Chuva e frio! Neve no entanto nada...
De tal modo que as fotos ficaram como as podem ver, o GPS marcou a altimetria toda mal, enfim não estava para brincadeiras...
Devo ainda destacar a amizade e companheirismo com que fui recebido pelos "Manhosos" , um grupo de BTT de Tondela e arredores, os quais podem ficar a conhecer no seu blog:
http://manhososbiketeam.blogspot.com/search/label/Companheiros
Devo ainda deixar aqui uma palavra de agradecimento à minha cara metade, Fernanda, pela compreensão e apoio dados e sem o qual nunca poderia ter feito mais esta "aventura".
O rescaldo fica aqui:
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Maratona de Canha - Lista inscritos Busca Trilhos
Dorsal 163 - Jorge Serra - 40 Km
Dorsal 164 - António José Marques - 40 Km
Dorsal 258 - Fernando Santos - 40 Km
Dorsal 630 - Bruno Soares - 40 Km
Dorsal 631 - João Costa - 40 Km
Dorsal 658 - Alberto Botas - 40 Km
Dorsal 856 - Augusto Atalaia - 40 Km
Dorsal 857 - Sérgio Simões - 40 Km
Dorsal 870 - António Lopes - 40 Km
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Como funciona a respiração completa?
Respiração abdominal: É a mais profunda e põe em posicionamento o diafragma (entre o tórax e abdómen), um potente músculo que ao entrar em acção abaula o abdómen.
Respiração completa: Põe em funcionamento todos os músculos respiratórios mencionados nos anteriores tipos de respiração, o que permite um enchimento mais completo e mobiliza até um litro mais de ar em cada respiração. Dedica uns minutos diários a treinar a tua respiração completa e verás como chega um momento em que praticas de modo natural.
















