terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

V Raid FPCUB Setubal-Algarve

A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) vai organizar nos dias 17 e 18 de Abril o V Raide BTT Setúbal - Odemira - Algarve (Vila do Bispo).
À semelhança dos anos anteriores, o percurso este ano será:
- No dia 17 Abril saida de Troia (ferries) em direcção a Odemira passando por Comporta, local até ao qual a ligação se faz por estrada, passando a partir dai a rolar-se pelos arrozais, até ao Carvalhal, onde se retoma a estrada até perto do Pinheiro da Cruz. A partir dai entra-se em offroad e começa o divertimento com uma pequena incursão por Santiago do Caçém, Serra de Grandola e em direcção a Sines e à Barragem de Morgavel, paisagem em tudo semelhante à do famoso Alvalade - Porto Covo. A partir dai enbrenhamo-nos no interior em direcção a Odemira onde passamos a noite no pavilhão gimnodesportivo.

- No dia 18 Abril saida de Odemira em direcção ao Algarve ao longo do rio Mira onde as paisagens são deslunbrantes e o BTT do melhor. Zonas rolantes alternando com sobe e desce com passagem por ribeiros e a travessia a vau do rio Mira.
Nos anteriores anos seguiamos em parte os trilhos junto à via férrea, mas este ano há uma alteração e não sei exactamente qual o caminho a tomar em direcção a Vila do Bispo.
De qualquer modo a aventura está assegurada, bem como o apoio da organização por parte da FPCUB, (com destaque para Pedro Padinha e Pedro Roque) a qual se traduz numa pickup que cruza os trilhos em pontos chave (caso alguém "empene" de vez) e no regresso de autocarro a partir do Algarve.

Como referência, poderão aceder ao site do ano passado, pois este evento segue como em anos anteriores nos mesmos moldes http://www.fpcub.pt/raide2009/
Podem também ver o meu rescaldo do ano passado em http://btt-alcochete.blogspot.com/2009/05/iv-raide-setubal-quarteira.html
Para quem tem receio de não aguentar poderá fazer um teste no fim-de-semana anterior no evento postado pelo LOKO "A REConquista dos Castelos", o qual aconselho e penso participar!
João

domingo, 7 de fevereiro de 2010

3ª Tentativa da ReConquista dos 3 Castelos 10-ABRIL-2010

Pois bem amigos.

Como sabem eu sou adepto dos dias passados com amigos a pedalar sem compromisso nem euforias.
Ora no ProjectoBTT existem mais como eu e piores.

Portanto vai acontecer mais uma vez a Reconquista dos 3 Castelos no dia 10 de Abril de 2010.

Alguns de nós participamos no ano passado, eu o João Miguel e o Nuno Guerreiro e é muito fixe, duro mas fixe.

Podem ver o tópico onde tudo vai acontecer aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=13199.0

Podem ainda ver o rescaldo do ano passado aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=11768.0

Eu vou participar nesta, assim o meu joelho me deixe voltar a dar força nos cranks.

Bute pessoal é muito fixe.

Podem ainda ver outra maluquice que fizemos e que serviu para bater o meu record em distância, a tal dos 150kms aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=12648.0

Cumps

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Passeio de homenagem - Lenny -

Vai realizar-se no próximo dia 7 de Fevereiro um passeio de homenagem póstuma a um BTTista com quem tive o prazer de privar na Travessia LX-Santiago em 2007.
Como tal penso em participar, se me for possivel.
A restante informação encontra-se no cartaz em baixo.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Fotos de Arquivo V

Cá vai mais uma série de fotos. Desta feita as fotos são referentes a uma volta minha com o Caixeiro, (era frequente darmos algumas voltas durante a semana, visto que tinha folgas e ele só trabalhava de tarde), na qual fomos à descoberta da zona do forte de S. Filipe em Setúbal. São trilhos bastante interessantes e uma óptima alternativa aos normalmente utilizados por nós.

Mas as fotos falam por si. Espero que gostem!


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

SEM COMENTÁRIOS 028


O ADEUS DAS BICICLETAS COM CORRENTE by DYNAMIC BICYCLES

O sistema de corrente/cremalheiras estará para sempre associado à bicicleta. Muitas foram já as tentativas de várias marcas no sentido de ultrapassar esta situação. Um dos sistemas já divulgados é o sistema de correia (belt) já utilizado nas motas e, que até funciona no BTT.
O conceito do cardã também deriva das motas e a DYNAMIC BICYCLES adoptou este sistema ás bicicletas eléctricas. É certo que o cardã já vem sendo utilizado desde o século XIX mas, agora associado á Shimano permite ao utilizador destas bicicletas o uso de um sistema interno do 8 velocidades, que na prática corresponde a 24 velocidades, com menos manutenção e um sistema mais limpo, fiável e duradouro.


A Dynamic vende os seus produtos online através do Site: http://www.dynamicbicycles.eu/epages/ea9891.sf
Este conceito está apenas orientado para circuitos urbanos, parques, avenidas, etc., e os preços rondam os 600 Euros.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Passeios Gratuitos Serra Sintra_Loja Avalanche

Boas pessoal!
Deram me conhecimento desta loja que organiza regularmente, passeios gratuitos pela serra de Sintra.
É sempre uma alternativa para fugirmos dos trilhos habituais e conhecer novos caminhos
Para quem não se inscreveu na Lagoa do Calvo, Dia 17, há uma alternativa pela Malveira da Serra.
Deixo aqui o Link para consultarem o calendário para Janeiro e Fevereito:
http://www.avalanche.pt/eventos.php?osCsid=1537ba8e10f9460abc36531ef5d14e55

domingo, 3 de janeiro de 2010

Afinação desviador traseiro

A oferta, ao mercado consumidor, dos chamados desviadores traseiros (e de transmissões
completas) é quase totalmente dominada por dois grandes fabricantes, Shimano e SRAM. Em
matéria de grupos/transmissões para bicicletas de estrada existe também a famosa
Campagnolo.
Há outras marcas, com pouca expressão quantitativa, presentes no mercado: Tiso, Suntour,
Sunrace, MSC... Podemos ainda falar dos históricos Sachs, BTP, Mavic, Pecision Billet, Paul e
outras tantas marcas que aparecem e desaparecem quase à velocidade do som.
Os princípios de funcionamento de todos estes desviadores, e consequentemente os de
afinação, são os mesmos, e uma vez percebidos e interiorizados utilizam-se e afinam-se quase
que pela mesma bitola. Fique claro que cada marca (por vezes até modelos diferentes dentro
da mesma marca) tem pequenos truques e manhas que elevam o grau de dificuldade das
respectivas afinações, não as tornando, no entanto, intransponíveis.
O presente artigo tem como propósito explicar como se afinam tais mecanismos.
Esclarece-se que o desviador traseiro além da função que lhe dá o nome, de desviador,
desempenha também a função de esticador da corrente. Toma nota, pois caso a mola que
exerce esta função esteja pouco activa, o resto da afinação pode ficar prejudicada.
Metodologia
Por uma questão de método e de percepção das variáveis que estão em jogo, importa observar
que:
• A transmissão está devidamente limpa (o desviador e respectivos roletes, bem como a
corrente),
• Os cabos funcionam sem resistências nas bichas,
• O braço do esticador não está empenado (os dois roletes têm que estar alinhados um
com o outro), e que,
• O desviador está paralelo ao quadro (ou melhor, que o dropout - pequena peça
metálica onde está apenso o desviador - não se encontre empenado).
Caso não se cumpram estes requisitos qualquer trabalho de tentativa de afinação do desviador
estará, à partida, condenado.
Percebam que em mais de 2/3 das ditas desafinações, a “coisa” não está, de facto, desafinada.
Está suja ou entorpecida ou empenada. Por falta de cuidado do utilizador, por paragens longas
sem estarem cumpridos os procedimentos mínimos de armazenamento do artigo, por empenos
que ocorrem na sequência de quedas ou mesmo por “boleias” apanhadas por troncos e ramos
que persistem em fazer companhia ao ciclista. Faz parte da actividade. Ferramentas necessárias
Para afinares o desviador traseiro vais precisar de uma chave sextavada de 5 mm, uma chave
Philips e uma chave de fendas.
Mas afinal como é que se afina o tal desviador traseiro? Diria que é simples. Tentarei explicar.
Se olharem para o corpo de um desviador traseiro vão deparar-se com três pequenos
parafusos externos. Dois que estão alinhados entre eles e que se encontram no corpo do
desviador, nuns casos na lateral noutros na parte traseira, e na quase totalidade dos casos têm
um “L” (de Low) e um “H” (de High) inscritos mesmo ao lado. O terceiro parafuso tem por
função dar força, quando se aperta no sentido horário, à mola do esticador, e só deverá ser
mexido (é de evitar) caso os nossos percursos sejam habitualmente muito atribulados. A ideia
é não permitir que o desviador ande aos solavancos quando percorremos caminhos mais
acidentados.
Este parafuso é fácil de identificar pois percebe-se que faz força de encontro ao dropout (ou a
qualquer parte que exerce pressão no dito).

Os limitadores
Concentremo-nos então no “L” e no “H”. Ambos são limitadores de curso. Melhor,
parametrizam de onde até onde o desviador pode “navegar”. De “L” até “H”.
Do carreto mais lento “L”(low) que por sinal é o maior e o que está mais próximo dos raios da
roda, até ao carreto mais veloz “H”(high) que é o carreto mais pequeno e que fica na parte
externa da cassete. No fundo eles indicam ao braço do desviador (aquele mecanismo que
transporta os dois roletes para a esquerda e para a direita) que o caminho correcto está
garantidamente situado entre aqueles dois limites.
Para além deste percurso temos de um lado os raios (quando a corrente cai para lá ficamos
com um ar muito feliz) e do outro lado temos a ponta das escoras traseiras para onde a
corrente normalmente não cai mas, quando usamos o carreto pequeno, faz um ruído
desagradável que, a manter-se, acaba por riscar e posteriormente danificar o quadro da
bicicleta.
Como é que devemos então “calibrar” estes dois limites?
Para facilitar a compreensão vamos afiná-los sem corrente. Depois logo explico como se faz
com corrente.
Quando se coloca um desviador novo na bicicleta (operação que se faz sem corrente embora
seja viável fazê-lo com a corrente no sítio) a mola, na sua posição de descanso, empurra o
braço e os roletes para um dos extremos da cassete.
Se o desviador for de mola, dita “normal”, aquele conjunto é empurrado para o carreto mais
pequeno, se for de mola “invertida” (exclusivo de alguns desviadores da Shimano) o tal braço e
roletes são enviados para o carreto maior, junto aos raios.
O assunto começa a ficar controlado. Como?
Deixa que a mola faça o seu trabalho. Soltando o cabo do parafuso que o prende, a mola
encosta-se a um dos extremos da cassete.
a) Se for uma mola normal teremos o tal braço empurrado para o carreto pequeno. Com uma
chave estrela (uma chave de fendas também serve, na maior parte dos casos) colocada no
parafuso “H” e girando-a para um lado e para o outro apruma (ou alinha, como queiras) os
roletes com o carreto.
b) Se for uma mola invertida fazes exactamente o mesmo mas, neste caso, no parafuso “L” e,
consequentemente, no carreto grande (junto aos raios).
Afinado que está o “ponto morto” da mola prossigamos para o outro extremo.
a) Mola normal: com a mão que tiveres disponível e com alguma firmeza empurra o braço de
roletes para junto dos raios e, com a tal chave, aperta e desaperta o parafuso “L” até que
consigas alinhar os roletes com o carreto grande da cassete.
b) No caso do desviador ser invertido, com a mão disponível puxamos, com firmeza, o braço de
roletes para as escoras e com a chaves rodamos o parafuso “H” até os roletes estarem
perfeitamente alinhados com o carreto pequeno.
Podem não acreditar mas o desviador está, neste momento, perfeitamente enquadrado com a
cassete.
Se te lembras, para facilitar a perceberes a filosofia da “coisa”, sugeri fazeres o trabalho sem a
corrente. Se o fizeres com corrente o objectivo é exactamente o mesmo e nem por isso é mais
difícil.
Basta que tenhas o cuidado de puxares a corrente, no pedaleiro, para o lado que estás a fazer
o ajuste e assim a corrente não fica a exercer pressão no braço de roletes dificultando dessa
forma a nossa visão do alinhamento pretendido.
O ajuste do cabo
Na parte inferior do corpo do desviador existe um parafuso por onde tem de passar o cabo que
vem do manípulo e tem por função manter o cabo tenso.
No manípulo de onde sai o cabo atrás referido, coloca a mudança a que corresponde a mola
no seu ponto morto. Como?
Se for um desviador de mola normal coloca o manípulo na mudança mais alta, carreto mais
pequeno. Se o desviador for de mola invertida coloca o manipulo na mudança mais leve,
carreto maior. Desta forma estás, em qualquer dos casos, a colocar a mola do desviador no
seu ponto morto (sem tensão).
Com a mola do desviador sem acção (morta) esticamos o cabo com um alicate e, com ele
esticado e com a chave adequada, prendemo-lo ao corpo do desviador através do tal parafuso.
Agora só falta dar-lhe a tensão adequada. E como?
Vejamos. Em todos os manípulos existem, exactamente onde a bicha termina (ou começa,
como queiras) umas pecinhas rotativas (afinadores) que servem para aumentar ou diminuir a
tensão do cabo. Se as desapertares (sentido anti-horário) aumentas a tensão do cabo e viceversa.
Importante: antes de prenderes o cabo ao corpo do desviador deves “fechar” (apertando,
rodando no sentido dos ponteiros do relógio) quase totalmente (depois de todo fechado alivia
uma volta e meia) os referidos afinadores.
O sucesso
Neste momento tens a mola do desviador traseiro no ponto morto (independentemente do tipo
de desviador) e os afinadores (tanto o do manípulo como o do desviador, quando existe)
praticamente todo fechado. No pedaleiro, coloca a corrente no prato do meio (ou no prato
pequeno, caso só tenha dois pratos).
Agora mete uma mudança no manípulo que comanda o desviador traseiro (apenas um clique)
enquanto com a outra mão vais pedalando devagar. A probabilidade de a mudança entrar (a
corrente muda de carreto) é quase nula e se entrar fica a fazer algum barulho.
Então, com calma, vai desapertando (aumentando a tensão do cabo) o afinador (se tiveres
afinador no desviador é mais fácil, caso contrário faz isso mesmo no afinador do manípulo) até
que a mudança entre no carreto seguinte. Depois dá-lhe para aí mais meia volta até sentires
que a corrente deixa de fazer estardalhaço no carreto. Já está? Óptimo.
Então agora mete mais uma mudança (só uma, um clique). Continua a pedalar (com a outra
mão).
A mudança que meteste desta vez entrou? Huuummm, a coisa está a correr de feição. Dá
quartos de volta no afinador caso sintas algum barulho menos agradável até sentires que a
“coisa” está fina.
Nota, são mesmo quartos (1/4) de volta, não são voltas inteiras. Estás a gostar da música que
vem do perfeito casamento (ou acasalamento, fica ao teu critério) carreto/corrente?
Feito isto, vamos lá a ver se não exageraste na tensão do cabo. Como? Queres mesmo saber?
Então faz-me um favor: tira uma mudança (no manípulo). Só uma. A corrente desceu sem
hesitações?
Então agora põe duas, uma de cada vez. Correu bem? Tira duas. O som do acasalamento está
à maneira? Huummm, consta por aí que estás feito (quase) um mecânico.

O aprumo final
Coloca a corrente no prato pequeno do pedaleiro. Leva a corrente até ao carreto maior da
cassete. A dita tem que entrar sem hesitações nesse carreto. Se tiveres que fazer força para
essa mudança entrar (nos desviadores de mola normal, porque nos de mola invertida tens que
tirar força à mola e a corrente deverá entrar naturalmente no carreto) significa que o limitador
“L” está muito fechado e consequentemente deverás desapertá-lo ligeiramente. Se o
desapertares muito (o tal parafuso “L”) a corrente cai para os raios e eu sei, porque tu já me
confidenciaste, que não queres que isso aconteça. Então toma tino, relembra o que eu te
ensinei ao princípio da nossa “conversa” e afina lá o limitador como mandam as regras.
Depois passa a corrente para o prato grande (do pedaleiro) e para o carreto pequeno (na
cassete) e reafina, se necessário e como já antes também expliquei, o limitador “H”.
Diploma
Parabéns. Já podes sorrir. Tu não sabes mas tens um dos desviadores traseiros mais bem
afinado do mundo.
Se algo não estiver a funcionar na perfeição é porque um dos pressupostos de que te falei
inicialmente estão a complicar a “coisa” ou porque, coisa do que duvido, fui incapaz de fazer de
ti um exímio mecânico.
Texto retirado da revista BikeMagazine: Pedro Dias - Lusobike fotos: João Carlos Oliveira e Nuno Pinto
Boas pedaladas... agradeço ao Eng. J. A.

A História do BTT

O BTT nasceu na Califórnia na década de 1950 através de ciclistas que procuravam desafios diferentes das competições de estrada e de surfistas que procuravam ocupação para os dias sem ondas.
James Finley Scott
Foi provavelmente a primeira pessoa a modificar uma bicicleta exclusivamente para andar fora do alcatrão, em 1953. Para isso usou um quadro Schwinn, guiador plano, travões cantilever e desviadores.
Tom Ritchey
Nasceu na Califórnia em 1956 e foi um dos pioneiros do BTT. Começou por adaptar a sua bicicleta de estrada para BTT e, passados alguns anos, ganhou várias provas de BTT. Além dos titulos, hoje possui uma importante marca de bicicletas: a Ritchey Design, uma das marcas quando se fala em equipamento para ciclismo.
Gary Fisher
Um dos pioneiros no BTT. Em 1963 começa a participar em competições de estrada e em 1964 descobre o Cyclocross. É suspenso por usar cabelos compridos em 1968 e volta em 1972. Em 1979 cria a primeira BTT do mundo juntamente com o seu sócio Charlie Kelly. 160 unidades foram vendidas. Actualmente possui a sua própria marca (Gary Fisher), conhecida por inovações como BTT's de aro 29 e pela qualidade das bicicletas.
Downhill
Vertente do BTT nascida também na califórnia na década de 1970. Os ciclistas hippies da época, cansados do uso da bicicleta de estrada, encontravam-se nas montanhas de Marin Country, perto de San Francisco, Califórnia, para descer montanha abaixo. Para isso usavam bicicletas cruiser (normalmente marca Schwinn) adaptadas com pneus mais largos e travões mais potentes. O Downhill foi a primeira vertente do BTT a ser practicada.
Esta é a história do BTT suas origens e peço a todos os amigos e membros deste blogue que aqui participem e façam parte desta história que é a nossa. Busca Trilhos Team - Alcochete.
Bom Ano e Boas pedaladas...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Fotos de Arquivo III

Antes de mais um óptimo ANO NOVO de 2010 cheios de paz,saúde e alguns €uros para uns componentes...

Aqui ficam mais umas fotos antigas, desta vez num dos nossos locais favoritos: Serra da Arrábida

domingo, 27 de dezembro de 2009

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

BTT Arrábida "-2º"

POIS, POIS, nem 2 graus negativos, meteram medo aos Busca Trilhos Team, a prova disso é que não fizemos por menos, toca a ir para a Serra da Arrábida, mas que estava um frio do caraças tava !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Os 8 magnificos:
J Costa
J Miguel
C Luis
Augusto
A "All Mountain" Marques
A "Beto´s" Botas
M Simões
S Simões
O furo do costume, "AllMountain" não perdoa, João Miguel claro aflito com perca de tempo e a ver agravada a porrada que tinha para levar em casa, ehehheheheh




Lá no cimo, com vista sobre troia


Trilho das cruzes, consegui engana-los





Volta curta mas durinha, sem quedas nem avarias, fica aqui o desafio para voltar-mos a fazer exactamente a mesma volta mas no sentido contrário....................!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

SEM COMENTÁRIOS 026


Reparem bem nesta bicla.
Os Busca Trilhos Team, desejam a todos um Feliz Natal esperando que esta seja uma quadra de convívio famíliar em que a partilha e amizade entre todos assuma o papel principal.
Que 2010 seja um ano repleto de sucessos a todos os nivéis pessoal, profissional e desportivo.
Muita Saúde... não abusem muito nos doces...

Boas pedaladas...

sábado, 19 de dezembro de 2009

Fotos de arquivo...

Conforme prometido aqui vão algumas fotos antigas das nossas "incursões".
Esta é uma das primeiras saidas da qual tenho fotos...


Parece que foi à séculos!

Espero que gostem!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Várias fotos - Colagem

Tenho estado a fazer uma arrumação nas minhas fotos e tenho algumas fotos do nosso grupo que vou publicar posteriormente.

Para já fica aqui uma achega...


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Bicicletas antigas

A procura de bicicletas têm aumentado e de que maneira. As bicicletas antigas não são excepção e os preços sobem até ao ridículo. O pior é que muitas vezes as bicicletas acabam por ser vendidas por esse preço ridículo quer por ganância do vendedor, quer por ignorância do comprador. Não sei muito bem a que se deve esta procura. Primeiro a moda do BTT. Sim, hoje é uma moda, toda a gente quer fazer BTT para se mostrar desportista, saudável e tal. Mas esta moda é capaz de não ter influência directa nas bicicletas antigas. De qualquer forma muitas lojas de bicicletas, ou melhor, lojas de BTT aproveitam a onda e colocam nas suas montras bicicletas de passeio, bicicletas de criança, réplicas de pasteleiras, enfim, uma confusão que ninguém se entende. O que interessa aqui neste texto são as tais réplicas de bicicletas pasteleiras. Normalmente repletas de material de qualidade inferior são pedidos preços na ordem dos 300€. São bicicletas com componentes vindos do mercado asiático ou de produção descuidada. Eu vou ficar com uma pasteleira que pertencia ao meu avô, e espero desfrutar de alguns passeios, assim como ele o fez.
Para entender o Futuro e sua evolução temos de preservar e valorizar o Passado.
Boas pedaladas...

domingo, 13 de dezembro de 2009

7ª Maratona BTT do Mondego - Ribeira de Frades-Coimbra - 31Jan10

No dia 31 de Janeiro de 2010 - Domingo, realiza-se a 7ª edição da Maratona de BTT do Mondego.
Esta edição e atendendo sempre às sugestões que nos têm sido feitas pelos participantes nas anteriores edições, irá ter 3 provas distintas:
40 Km - 80 Km - Passeio da Família

40 Km
Terá 1 reabastecimento com barras e bebida energéticas, água, fruta e queques
80 Km
Terá 3 reabastecimentos com barras e bebida energéticas, água, fruta e queques
O Passeio da Família
Destina-se a todos aqueles que se querem iniciar nestas andanças do BTT ou, por outro lado, queiram passear por estas bandas na companhia de toda a família, irá desenrolar-se em partes do percurso das outras provas e será uma prova com guia e tem uma vertente de Solidariedade para com a Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra. O Percurso será de baixa dificuldade, com cerca de 20 Km, percorrendo os campos do Rio Mondego.

As incrições estão abertas e poderão ser feitas através dos seguintes meios http://maratonabttmondego.blogspot.com/
Email: btt.mondego@gmail.com
Fax: 239 445 057
Correio para: Núcleo Sportinguista do Mondego Rua Comendador Eduardo Filipe, 50, Ribeira de Frades, 3040-865 COIMBRA.
Inscrições até 25 de Janeiro de 2009
Maratonas - 15 Euros até 31 de Dezembro de 2009.
Após esta data a inscrição importará em 20 Euros.
Almoço incluído
As betetistas femininas participam, nas maratonas, de forma gratuita.
Passeio da Família - 05 Euros + 05 Euros para almoço
As verbas recebidas com as inscrições no Passeio da Família vão reverter para a Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra

Brevemente iremos disponibilizar a altimetria dos percursos.
Qualquer informação adicional deve ser solicitada através do email: btt.mondego@gmail.com ou através dos tlm 917 543 780 ou 962 656 135

MAIS INFO NO SITIO DO COSTUME: AQUI

sábado, 12 de dezembro de 2009

II Passeio BTT Lagoa do Calvo - 17 Janeiro 2010



17 de Janeiro, penso que seria uma boa data para a nossa próxima incursão num evento que se denomina de passeio mas é uma prova com classificação.


É aqui perto e é muito fixe o percurso, pelo menos dizem que sim :)

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O BTT Lagoa do Calvo promove mais um grande passeio de BTT.
Este será o II Passeio BTT Lagoa do Calvo, inserido nas Comemorações do 66º Aniversário da Sociedade Recreativa 1º Janeiro.
É um Passeio com marcações sendo o participante a controlar a sua velocidade.

Distâncias
40 km -- Andamento livre -- de Baixa - Média dificuldade
70 km -- Andamento livre -- de Média - Alta dificuldade

"Altimetria e Tracks de GPS" Esperamos vir a arranjar. :fixe:

Valor da Inscrição;
18 Pedaladas - (10 Pedaladas s/ Almoço)
Acompanhantes - 10 Pedaladas

O Passeio inclui -> Seguro, Lembranças, T-shirt alusiva ao evento, Carro de apoio, Abastecimentos (sólidos e liquídos), Lavagem de bikes Banhos e Almoço

Inscrições-> AQUI

Limitadas as 250 participantes / 7 de Janeiro

Notas Importantes:
• O comprovativo de pagamento deverá ser enviado através de e-mail para bttlagoadocalvo@gmail.com
• Caso seja menor de 18 anos, deverá entregar no secretariado a declaração de autorização assinada por um dos pais ou tutor legal.
• O uso do capacete é OBRIGATÓRIO!

Informações:
bttlagoadocalvo@gmail.com
934344352
936454637

http://bttlagoadocalvo.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Maratona de Canha - Classificações Busca Trilhos



Classificação final da participação dos Busca Trilhos Team na Maratona de Canha:

74º lugar Dorsal 117 - Manuel Simoes - 40Km (1.47.11)
105º lugar Dorsal 658 - Alberto Botas - 40 Km (1.55.40)
123º lugar Dorsal 164 - António José Marques - 40 Km (1.57.15)
162º lugar Dorsal 258 - Fernando Santos - 40 Km (1.59.53)
199º lugar Dorsal 630 - Bruno Soares - 40 Km (2.01.58)
385º lugar Dorsal 631 - João Costa - 40 Km (2.20.51)
386º lugar Dorsal 857 - Sérgio Simões - 40 Km (2.20.55)

486º lugar Dorsal 870 - António Leonel Lopes - 40 Km (2.38.45)
525º lugar Dorsal 856 - Augusto Atalaia - 40 Km (2.45.57)
591º lugar Dorsal 163 - Jorge Serra - 40 Km (3.07.45)

Foi uma prova com um bom percurso mas com altos e baixo em relação a organização, têm de limitar as participações ou melhorar as condições de apoio, mas para o ano lá estaremos.

Boas Pedaladas...