
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Na Rota do Cozido
Os Viva Amigos da Pudalada - Vão realizar no dia 21 de Março um Passeio BTT por caminhos rurais da Freguesia de Poceirão.Este Passeio é dirigido essencialmente aqueles que aliam a prática do BTT ao convivio e à descoberta das terras e das gentes.
Data: 21 de Março de 2010
Local do Evento: Lagoa do Calvo - Poceirão - Palmela
Inscrições: Limitadas a 150 participantes / 06 de Março
Concentração: Sociedade da Lagoa do Calvo
Valor da Inscrição:
Jovens até aos 18 anos - 5 pedaladas - (2 pedaladas s/ Almoço)
Jovens a partir dos 18 anos - 10 pedaladas - (5 pedaladas s/ Almoço)
Acompanhantes c/Almoço: 7 pedaladas
Transferência bancária: NIB » 0035 0579 0001 4491 33029
O comprovativo de pagamento deverá ser enviado através de e-mail para bttlagoadocalvo@gmail.com
Secretariado:Abre - 08:30h - Fech0 - 09:15h
Partida - 09:30h
Almoço – mais ou menos 13:00h (Cozido à Portuguesa).
O Passeio inclui – Dorsal - Seguro - Lembranças - 1 Abastecimento - lavagem de Bikes - Banhos e Almoço.
Distâncias:
20Km – Guiado – Dificuldade Baixa
40Km – Guiado – Dificuldade Média/Baixa
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Busca Trilhos Team no Facebook
Meus amigos, agora também estamos no Facebook. Mais um Trilho para explorares...
http://www.facebook.com/home.php?#!/group.php?gid=329218126168&ref=search&sid=100000225948668.1541618749..1
http://www.facebook.com/home.php?#!/group.php?gid=329218126168&ref=search&sid=100000225948668.1541618749..1
domingo, 21 de fevereiro de 2010
1ª Maratona "Na Rota do Casqueiro"
Os Kotas Bike Team vão organizar no dia 28 de Fevereiro de 2010 a primeira edição da Maratona BTT "Na Rota do Casqueiro", em homenagem ao tradicional pão de trigo alentejano, que se irá realizar em Vila Nova de Santo André, e nós vamos lá...Busca Trilhos Team, lista de participantes confirmados:
183 Augusto Henrique Pereira Atalaia 40km
205 Antonio Jose Marques 40km
206 Alberto M Botas 40km
215 Jorge Alexandre Serra 40km
272 Manuel Simoes 40km
273 Sergio Simoes 40km
300 João M. Bastos Pereira 40km
301 Bruno Soares 40km
335 João Seixal Costa 40km
Boas pedaladas...
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
O conhecido “cavalinho” - Grande P. C.
O conhecido “cavalinho” serve na bicicleta para algo mais que impressionar os amigos. Esta manobra servirá para evitares obstáculos quando te deslocares em terrenos acidentados ou pretenderes subir algum.
Para começar a levantar a roda, começa por preparar a tua postura. Sentado no selim, com os cotovelos flectidos e o tronco baixo, posição que também é aconselhável para subir inclinações pronunciadas. Um dos dedos deverá estar no manípulo do travão traseiro. A partir desta posição, passa à postura contrária, estendendo os cotovelos e recuando o tronco.
Esta acção deverá ser sincronizada com uma forte pedalada para a frente e uma puxada forte do guiador para trás e para cima. Faz apenas quando te sentires à vontade na bike.
Texto retirado da revista sportlife.
Esta manobra é frequentemente feita por um amigo das nossas pedaladas, grande(P.C.) e que bem ele faz esta manobra além de andar que se farta. De quando em vez é só olhar para o lado e lá vai o menino de "cavalinho" até chateia, e eu que pensava que era só para se exibir.
Boas pedaladas...
Para começar a levantar a roda, começa por preparar a tua postura. Sentado no selim, com os cotovelos flectidos e o tronco baixo, posição que também é aconselhável para subir inclinações pronunciadas. Um dos dedos deverá estar no manípulo do travão traseiro. A partir desta posição, passa à postura contrária, estendendo os cotovelos e recuando o tronco.
Esta acção deverá ser sincronizada com uma forte pedalada para a frente e uma puxada forte do guiador para trás e para cima. Faz apenas quando te sentires à vontade na bike.
Texto retirado da revista sportlife.
Esta manobra é frequentemente feita por um amigo das nossas pedaladas, grande(P.C.) e que bem ele faz esta manobra além de andar que se farta. De quando em vez é só olhar para o lado e lá vai o menino de "cavalinho" até chateia, e eu que pensava que era só para se exibir.
Boas pedaladas...
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
SEM COMENTÁRIOS 033
Depois da folia, o ppl tem de manter a forma...
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
V Raid Setubal-Odemira-Algarve
Aqui vai uma actualização em video de grande qualidade com algumas das mais belas paisagens que se vão poder encontrar neste Raid...
Está publicado em http://velocipedia.blogspot.com/
Aproveitem para ver os restantes artigos. É um blog com artigos sempre interessantes e grandes aventuras.
Apreciem!
Está publicado em http://velocipedia.blogspot.com/
Aproveitem para ver os restantes artigos. É um blog com artigos sempre interessantes e grandes aventuras.
Apreciem!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
SEM COMENTÁRIO 032
BANDA AMOR REAL * Saia e Bicicletinha *
Bom Carnaval, boas pedaladas...
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Passeio de Homenagem ao Lenny - Rescaldo
Como postei anteriormente realizou-se no dia 7 de Fevereiro um passeio com dois objectivos,
homenagear um colega do BTT desaparecido permaturamente, e angariar fundos para a sua familia.
Após alguma dificuldade para localizar o local da partida (Freixial, Loures), à chegada encontrei logo alguns velhos conhecidos. O ambiente era ao inicio de alguma consternação, e procedeu-se à recolha de fundos, numa base de "cada um dá que quer".
Após a observação de um minuto de silencio, demos inicio ao passeio, com o pedido de calma e de rolar em grupo.
A zona tem um enorme potencial, e apesar de termos percorrido as zonas mais "faceis" para permitir que toda a gente pudesse participar, tem alguns desafios interessantes a nivel técnico.
Desde singles MUITO escorregadios, a trilhos com imensa rocha, passando por travessias a vau de ribeiros, tivemos de tudo.
Neste passeio observava-se uma rara abundância de modelos da Cannondale, que deu para tirar ideias e ver o comportamento das "bichas".
Fomos acompanhados por jipes que davam apoio e porporcionaram alguns momentos de distração, quando atravessamos os ribeiros, visto que não só não se inibiram de os atravessar como os atravessavam a fundo!!! Para os amantes do TT motorizado, foi engraçado...
Penso que será uma zona a explorar de futuro, visto que é uma interessante alternativa.
Vou em seguida vou postar as fotos, que apesar de pouca qualidade dão para ter uma ideia...



homenagear um colega do BTT desaparecido permaturamente, e angariar fundos para a sua familia.
Após alguma dificuldade para localizar o local da partida (Freixial, Loures), à chegada encontrei logo alguns velhos conhecidos. O ambiente era ao inicio de alguma consternação, e procedeu-se à recolha de fundos, numa base de "cada um dá que quer".
Após a observação de um minuto de silencio, demos inicio ao passeio, com o pedido de calma e de rolar em grupo.
A zona tem um enorme potencial, e apesar de termos percorrido as zonas mais "faceis" para permitir que toda a gente pudesse participar, tem alguns desafios interessantes a nivel técnico.
Desde singles MUITO escorregadios, a trilhos com imensa rocha, passando por travessias a vau de ribeiros, tivemos de tudo.
Neste passeio observava-se uma rara abundância de modelos da Cannondale, que deu para tirar ideias e ver o comportamento das "bichas".
Fomos acompanhados por jipes que davam apoio e porporcionaram alguns momentos de distração, quando atravessamos os ribeiros, visto que não só não se inibiram de os atravessar como os atravessavam a fundo!!! Para os amantes do TT motorizado, foi engraçado...
Penso que será uma zona a explorar de futuro, visto que é uma interessante alternativa.
Vou em seguida vou postar as fotos, que apesar de pouca qualidade dão para ter uma ideia...



terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
V Raid FPCUB Setubal-Algarve
A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) vai organizar nos dias 17 e 18 de Abril o V Raide BTT Setúbal - Odemira - Algarve (Vila do Bispo).
À semelhança dos anos anteriores, o percurso este ano será:
- No dia 17 Abril saida de Troia (ferries) em direcção a Odemira passando por Comporta, local até ao qual a ligação se faz por estrada, passando a partir dai a rolar-se pelos arrozais, até ao Carvalhal, onde se retoma a estrada até perto do Pinheiro da Cruz. A partir dai entra-se em offroad e começa o divertimento com uma pequena incursão por Santiago do Caçém, Serra de Grandola e em direcção a Sines e à Barragem de Morgavel, paisagem em tudo semelhante à do famoso Alvalade - Porto Covo. A partir dai enbrenhamo-nos no interior em direcção a Odemira onde passamos a noite no pavilhão gimnodesportivo.
- No dia 18 Abril saida de Odemira em direcção ao Algarve ao longo do rio Mira onde as paisagens são deslunbrantes e o BTT do melhor. Zonas rolantes alternando com sobe e desce com passagem por ribeiros e a travessia a vau do rio Mira.
Nos anteriores anos seguiamos em parte os trilhos junto à via férrea, mas este ano há uma alteração e não sei exactamente qual o caminho a tomar em direcção a Vila do Bispo.
De qualquer modo a aventura está assegurada, bem como o apoio da organização por parte da FPCUB, (com destaque para Pedro Padinha e Pedro Roque) a qual se traduz numa pickup que cruza os trilhos em pontos chave (caso alguém "empene" de vez) e no regresso de autocarro a partir do Algarve.
Como referência, poderão aceder ao site do ano passado, pois este evento segue como em anos anteriores nos mesmos moldes http://www.fpcub.pt/raide2009/
Podem também ver o meu rescaldo do ano passado em http://btt-alcochete.blogspot.com/2009/05/iv-raide-setubal-quarteira.html
Para quem tem receio de não aguentar poderá fazer um teste no fim-de-semana anterior no evento postado pelo LOKO "A REConquista dos Castelos", o qual aconselho e penso participar!
João
domingo, 7 de fevereiro de 2010
3ª Tentativa da ReConquista dos 3 Castelos 10-ABRIL-2010
Pois bem amigos.
Como sabem eu sou adepto dos dias passados com amigos a pedalar sem compromisso nem euforias.
Ora no ProjectoBTT existem mais como eu e piores.
Portanto vai acontecer mais uma vez a Reconquista dos 3 Castelos no dia 10 de Abril de 2010.
Alguns de nós participamos no ano passado, eu o João Miguel e o Nuno Guerreiro e é muito fixe, duro mas fixe.
Podem ver o tópico onde tudo vai acontecer aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=13199.0
Podem ainda ver o rescaldo do ano passado aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=11768.0
Eu vou participar nesta, assim o meu joelho me deixe voltar a dar força nos cranks.
Bute pessoal é muito fixe.
Podem ainda ver outra maluquice que fizemos e que serviu para bater o meu record em distância, a tal dos 150kms aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=12648.0
Cumps
Como sabem eu sou adepto dos dias passados com amigos a pedalar sem compromisso nem euforias.
Ora no ProjectoBTT existem mais como eu e piores.
Portanto vai acontecer mais uma vez a Reconquista dos 3 Castelos no dia 10 de Abril de 2010.
Alguns de nós participamos no ano passado, eu o João Miguel e o Nuno Guerreiro e é muito fixe, duro mas fixe.
Podem ver o tópico onde tudo vai acontecer aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=13199.0
Podem ainda ver o rescaldo do ano passado aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=11768.0
Eu vou participar nesta, assim o meu joelho me deixe voltar a dar força nos cranks.
Bute pessoal é muito fixe.
Podem ainda ver outra maluquice que fizemos e que serviu para bater o meu record em distância, a tal dos 150kms aqui:
http://www.projectobtt.com/index.php?option=com_smf&Itemid=99999999&topic=12648.0
Cumps
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Passeio de homenagem - Lenny -
Vai realizar-se no próximo dia 7 de Fevereiro um passeio de homenagem póstuma a um BTTista com quem tive o prazer de privar na Travessia LX-Santiago em 2007.
Como tal penso em participar, se me for possivel.
A restante informação encontra-se no cartaz em baixo.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Fotos de Arquivo V
Cá vai mais uma série de fotos. Desta feita as fotos são referentes a uma volta minha com o Caixeiro, (era frequente darmos algumas voltas durante a semana, visto que tinha folgas e ele só trabalhava de tarde), na qual fomos à descoberta da zona do forte de S. Filipe em Setúbal. São trilhos bastante interessantes e uma óptima alternativa aos normalmente utilizados por nós.
Mas as fotos falam por si. Espero que gostem!
Mas as fotos falam por si. Espero que gostem!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O ADEUS DAS BICICLETAS COM CORRENTE by DYNAMIC BICYCLES
O sistema de corrente/cremalheiras estará para sempre associado à bicicleta. Muitas foram já as tentativas de várias marcas no sentido de ultrapassar esta situação. Um dos sistemas já divulgados é o sistema de correia (belt) já utilizado nas motas e, que até funciona no BTT.
O conceito do cardã também deriva das motas e a DYNAMIC BICYCLES adoptou este sistema ás bicicletas eléctricas. É certo que o cardã já vem sendo utilizado desde o século XIX mas, agora associado á Shimano permite ao utilizador destas bicicletas o uso de um sistema interno do 8 velocidades, que na prática corresponde a 24 velocidades, com menos manutenção e um sistema mais limpo, fiável e duradouro.
A Dynamic vende os seus produtos online através do Site: http://www.dynamicbicycles.eu/epages/ea9891.sf
Este conceito está apenas orientado para circuitos urbanos, parques, avenidas, etc., e os preços rondam os 600 Euros.
domingo, 10 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Passeios Gratuitos Serra Sintra_Loja Avalanche
Boas pessoal!
Deram me conhecimento desta loja que organiza regularmente, passeios gratuitos pela serra de Sintra.
É sempre uma alternativa para fugirmos dos trilhos habituais e conhecer novos caminhos
Para quem não se inscreveu na Lagoa do Calvo, Dia 17, há uma alternativa pela Malveira da Serra.
Deixo aqui o Link para consultarem o calendário para Janeiro e Fevereito:
http://www.avalanche.pt/eventos.php?osCsid=1537ba8e10f9460abc36531ef5d14e55
Deram me conhecimento desta loja que organiza regularmente, passeios gratuitos pela serra de Sintra.
É sempre uma alternativa para fugirmos dos trilhos habituais e conhecer novos caminhos
Para quem não se inscreveu na Lagoa do Calvo, Dia 17, há uma alternativa pela Malveira da Serra.
Deixo aqui o Link para consultarem o calendário para Janeiro e Fevereito:
http://www.avalanche.pt/eventos.php?osCsid=1537ba8e10f9460abc36531ef5d14e55
domingo, 3 de janeiro de 2010
Afinação desviador traseiro
A oferta, ao mercado consumidor, dos chamados desviadores traseiros (e de transmissões
completas) é quase totalmente dominada por dois grandes fabricantes, Shimano e SRAM. Em
matéria de grupos/transmissões para bicicletas de estrada existe também a famosa
Campagnolo.
Há outras marcas, com pouca expressão quantitativa, presentes no mercado: Tiso, Suntour,
Sunrace, MSC... Podemos ainda falar dos históricos Sachs, BTP, Mavic, Pecision Billet, Paul e
outras tantas marcas que aparecem e desaparecem quase à velocidade do som.
Os princípios de funcionamento de todos estes desviadores, e consequentemente os de
afinação, são os mesmos, e uma vez percebidos e interiorizados utilizam-se e afinam-se quase
que pela mesma bitola. Fique claro que cada marca (por vezes até modelos diferentes dentro
da mesma marca) tem pequenos truques e manhas que elevam o grau de dificuldade das
respectivas afinações, não as tornando, no entanto, intransponíveis.
O presente artigo tem como propósito explicar como se afinam tais mecanismos.
Esclarece-se que o desviador traseiro além da função que lhe dá o nome, de desviador,
desempenha também a função de esticador da corrente. Toma nota, pois caso a mola que
exerce esta função esteja pouco activa, o resto da afinação pode ficar prejudicada.
completas) é quase totalmente dominada por dois grandes fabricantes, Shimano e SRAM. Em
matéria de grupos/transmissões para bicicletas de estrada existe também a famosa
Campagnolo.
Há outras marcas, com pouca expressão quantitativa, presentes no mercado: Tiso, Suntour,
Sunrace, MSC... Podemos ainda falar dos históricos Sachs, BTP, Mavic, Pecision Billet, Paul e
outras tantas marcas que aparecem e desaparecem quase à velocidade do som.
Os princípios de funcionamento de todos estes desviadores, e consequentemente os de
afinação, são os mesmos, e uma vez percebidos e interiorizados utilizam-se e afinam-se quase
que pela mesma bitola. Fique claro que cada marca (por vezes até modelos diferentes dentro
da mesma marca) tem pequenos truques e manhas que elevam o grau de dificuldade das
respectivas afinações, não as tornando, no entanto, intransponíveis.
O presente artigo tem como propósito explicar como se afinam tais mecanismos.
Esclarece-se que o desviador traseiro além da função que lhe dá o nome, de desviador,
desempenha também a função de esticador da corrente. Toma nota, pois caso a mola que
exerce esta função esteja pouco activa, o resto da afinação pode ficar prejudicada.

MetodologiaPor uma questão de método e de percepção das variáveis que estão em jogo, importa observar
que:
• A transmissão está devidamente limpa (o desviador e respectivos roletes, bem como a
corrente),
• Os cabos funcionam sem resistências nas bichas,
• O braço do esticador não está empenado (os dois roletes têm que estar alinhados um
com o outro), e que,
• O desviador está paralelo ao quadro (ou melhor, que o dropout - pequena peça
metálica onde está apenso o desviador - não se encontre empenado).
Caso não se cumpram estes requisitos qualquer trabalho de tentativa de afinação do desviador
estará, à partida, condenado.
Percebam que em mais de 2/3 das ditas desafinações, a “coisa” não está, de facto, desafinada.
Está suja ou entorpecida ou empenada. Por falta de cuidado do utilizador, por paragens longas
sem estarem cumpridos os procedimentos mínimos de armazenamento do artigo, por empenos
que ocorrem na sequência de quedas ou mesmo por “boleias” apanhadas por troncos e ramos
que persistem em fazer companhia ao ciclista. Faz parte da actividade.
Ferramentas necessárias
Para afinares o desviador traseiro vais precisar de uma chave sextavada de 5 mm, uma chavePhilips e uma chave de fendas.
Mas afinal como é que se afina o tal desviador traseiro? Diria que é simples. Tentarei explicar.
Se olharem para o corpo de um desviador traseiro vão deparar-se com três pequenos
parafusos externos. Dois que estão alinhados entre eles e que se encontram no corpo do
desviador, nuns casos na lateral noutros na parte traseira, e na quase totalidade dos casos têm
um “L” (de Low) e um “H” (de High) inscritos mesmo ao lado. O terceiro parafuso tem por
função dar força, quando se aperta no sentido horário, à mola do esticador, e só deverá ser
mexido (é de evitar) caso os nossos percursos sejam habitualmente muito atribulados. A ideia
é não permitir que o desviador ande aos solavancos quando percorremos caminhos mais
acidentados.
Este parafuso é fácil de identificar pois percebe-se que faz força de encontro ao dropout (ou a
qualquer parte que exerce pressão no dito).
Os limitadoresConcentremo-nos então no “L” e no “H”. Ambos são limitadores de curso. Melhor,
parametrizam de onde até onde o desviador pode “navegar”. De “L” até “H”.
Do carreto mais lento “L”(low) que por sinal é o maior e o que está mais próximo dos raios da
roda, até ao carreto mais veloz “H”(high) que é o carreto mais pequeno e que fica na parte
externa da cassete. No fundo eles indicam ao braço do desviador (aquele mecanismo que
transporta os dois roletes para a esquerda e para a direita) que o caminho correcto está
garantidamente situado entre aqueles dois limites.
Para além deste percurso temos de um lado os raios (quando a corrente cai para lá ficamos
com um ar muito feliz) e do outro lado temos a ponta das escoras traseiras para onde a
corrente normalmente não cai mas, quando usamos o carreto pequeno, faz um ruído
desagradável que, a manter-se, acaba por riscar e posteriormente danificar o quadro da
bicicleta.
Como é que devemos então “calibrar” estes dois limites?
Para facilitar a compreensão vamos afiná-los sem corrente. Depois logo explico como se faz
com corrente.
Quando se coloca um desviador novo na bicicleta (operação que se faz sem corrente embora
seja viável fazê-lo com a corrente no sítio) a mola, na sua posição de descanso, empurra o
braço e os roletes para um dos extremos da cassete.
Se o desviador for de mola, dita “normal”, aquele conjunto é empurrado para o carreto mais
pequeno, se for de mola “invertida” (exclusivo de alguns desviadores da Shimano) o tal braço e
roletes são enviados para o carreto maior, junto aos raios.
O assunto começa a ficar controlado. Como?Deixa que a mola faça o seu trabalho. Soltando o cabo do parafuso que o prende, a mola
encosta-se a um dos extremos da cassete.
a) Se for uma mola normal teremos o tal braço empurrado para o carreto pequeno. Com uma
chave estrela (uma chave de fendas também serve, na maior parte dos casos) colocada no
parafuso “H” e girando-a para um lado e para o outro apruma (ou alinha, como queiras) os
roletes com o carreto.
b) Se for uma mola invertida fazes exactamente o mesmo mas, neste caso, no parafuso “L” e,
consequentemente, no carreto grande (junto aos raios).
Afinado que está o “ponto morto” da mola prossigamos para o outro extremo.
a) Mola normal: com a mão que tiveres disponível e com alguma firmeza empurra o braço de
roletes para junto dos raios e, com a tal chave, aperta e desaperta o parafuso “L” até que
consigas alinhar os roletes com o carreto grande da cassete.
b) No caso do desviador ser invertido, com a mão disponível puxamos, com firmeza, o braço de
roletes para as escoras e com a chaves rodamos o parafuso “H” até os roletes estarem
perfeitamente alinhados com o carreto pequeno.
Podem não acreditar mas o desviador está, neste momento, perfeitamente enquadrado com a
cassete.
Se te lembras, para facilitar a perceberes a filosofia da “coisa”, sugeri fazeres o trabalho sem a
corrente. Se o fizeres com corrente o objectivo é exactamente o mesmo e nem por isso é mais
difícil.
Basta que tenhas o cuidado de puxares a corrente, no pedaleiro, para o lado que estás a fazer
o ajuste e assim a corrente não fica a exercer pressão no braço de roletes dificultando dessa
forma a nossa visão do alinhamento pretendido.
o ajuste e assim a corrente não fica a exercer pressão no braço de roletes dificultando dessa
forma a nossa visão do alinhamento pretendido.
O ajuste do cabo .jpg)
Na parte inferior do corpo do desviador existe um parafuso por onde tem de passar o cabo que
vem do manípulo e tem por função manter o cabo tenso.
No manípulo de onde sai o cabo atrás referido, coloca a mudança a que corresponde a mola
no seu ponto morto. Como?
Se for um desviador de mola normal coloca o manípulo na mudança mais alta, carreto mais
pequeno. Se o desviador for de mola invertida coloca o manipulo na mudança mais leve,
carreto maior. Desta forma estás, em qualquer dos casos, a colocar a mola do desviador no
seu ponto morto (sem tensão).
Com a mola do desviador sem acção (morta) esticamos o cabo com um alicate e, com ele
esticado e com a chave adequada, prendemo-lo ao corpo do desviador através do tal parafuso.
Agora só falta dar-lhe a tensão adequada. E como?
Vejamos. Em todos os manípulos existem, exactamente onde a bicha termina (ou começa,
como queiras) umas pecinhas rotativas (afinadores) que servem para aumentar ou diminuir a
tensão do cabo. Se as desapertares (sentido anti-horário) aumentas a tensão do cabo e viceversa.
Importante: antes de prenderes o cabo ao corpo do desviador deves “fechar” (apertando,
rodando no sentido dos ponteiros do relógio) quase totalmente (depois de todo fechado alivia
uma volta e meia) os referidos afinadores.
.jpg)
Na parte inferior do corpo do desviador existe um parafuso por onde tem de passar o cabo que
vem do manípulo e tem por função manter o cabo tenso.
No manípulo de onde sai o cabo atrás referido, coloca a mudança a que corresponde a mola
no seu ponto morto. Como?
Se for um desviador de mola normal coloca o manípulo na mudança mais alta, carreto mais
pequeno. Se o desviador for de mola invertida coloca o manipulo na mudança mais leve,
carreto maior. Desta forma estás, em qualquer dos casos, a colocar a mola do desviador no
seu ponto morto (sem tensão).
Com a mola do desviador sem acção (morta) esticamos o cabo com um alicate e, com ele
esticado e com a chave adequada, prendemo-lo ao corpo do desviador através do tal parafuso.
Agora só falta dar-lhe a tensão adequada. E como?
Vejamos. Em todos os manípulos existem, exactamente onde a bicha termina (ou começa,
como queiras) umas pecinhas rotativas (afinadores) que servem para aumentar ou diminuir a
tensão do cabo. Se as desapertares (sentido anti-horário) aumentas a tensão do cabo e viceversa.
Importante: antes de prenderes o cabo ao corpo do desviador deves “fechar” (apertando,
rodando no sentido dos ponteiros do relógio) quase totalmente (depois de todo fechado alivia
uma volta e meia) os referidos afinadores.
O sucesso
Neste momento tens a mola do desviador traseiro no ponto morto (independentemente do tipo
de desviador) e os afinadores (tanto o do manípulo como o do desviador, quando existe)
praticamente todo fechado. No pedaleiro, coloca a
corrente no prato do meio (ou no prato
pequeno, caso só tenha dois pratos).
Agora mete uma mudança no manípulo que comanda o desviador traseiro (apenas um clique)
enquanto com a outra mão vais pedalando devagar. A probabilidade de a mudança entrar (a
corrente muda de carreto) é quase nula e se entrar fica a fazer algum barulho.
Então, com calma, vai desapertando (aumentando a tensão do cabo) o afinador (se tiveres
afinador no desviador é mais fácil, caso contrário faz isso mesmo no afinador do manípulo) até
que a mudança entre no carreto seguinte. Depois dá-lhe para aí mais meia volta até sentires
que a corrente deixa de fazer estardalhaço no carreto. Já está? Óptimo.
Então agora mete mais uma mudança (só uma, um clique). Continua a pedalar (com a outra
mão).
A mudança que meteste desta vez entrou? Huuummm, a coisa está a correr de feição. Dá
quartos de volta no afinador caso sintas algum barulho menos agradável até sentires que a
“coisa” está fina.
Nota, são mesmo quartos (1/4) de volta, não são voltas inteiras. Estás a gostar da música que
vem do perfeito casamento (ou acasalamento, fica ao teu critério) carreto/corrente?
Feito isto, vamos lá a ver se não exageraste na tensão do cabo. Como? Queres mesmo saber?
Então faz-me um favor: tira uma mudança (no manípulo). Só uma. A corrente desceu sem
hesitações?
Então agora põe duas, uma de cada vez. Correu bem? Tira duas. O som do acasalamento está
à maneira? Huummm, consta por aí que estás feito (quase) um mecânico.
Neste momento tens a mola do desviador traseiro no ponto morto (independentemente do tipo
de desviador) e os afinadores (tanto o do manípulo como o do desviador, quando existe)
praticamente todo fechado. No pedaleiro, coloca a
corrente no prato do meio (ou no pratopequeno, caso só tenha dois pratos).
Agora mete uma mudança no manípulo que comanda o desviador traseiro (apenas um clique)
enquanto com a outra mão vais pedalando devagar. A probabilidade de a mudança entrar (a
corrente muda de carreto) é quase nula e se entrar fica a fazer algum barulho.
Então, com calma, vai desapertando (aumentando a tensão do cabo) o afinador (se tiveres
afinador no desviador é mais fácil, caso contrário faz isso mesmo no afinador do manípulo) até
que a mudança entre no carreto seguinte. Depois dá-lhe para aí mais meia volta até sentires
que a corrente deixa de fazer estardalhaço no carreto. Já está? Óptimo.
Então agora mete mais uma mudança (só uma, um clique). Continua a pedalar (com a outra
mão).
A mudança que meteste desta vez entrou? Huuummm, a coisa está a correr de feição. Dá
quartos de volta no afinador caso sintas algum barulho menos agradável até sentires que a
“coisa” está fina.
Nota, são mesmo quartos (1/4) de volta, não são voltas inteiras. Estás a gostar da música que
vem do perfeito casamento (ou acasalamento, fica ao teu critério) carreto/corrente?
Feito isto, vamos lá a ver se não exageraste na tensão do cabo. Como? Queres mesmo saber?
Então faz-me um favor: tira uma mudança (no manípulo). Só uma. A corrente desceu sem
hesitações?
Então agora põe duas, uma de cada vez. Correu bem? Tira duas. O som do acasalamento está
à maneira? Huummm, consta por aí que estás feito (quase) um mecânico.
O aprumo final
Coloca a corrente no prato pequeno do pedaleiro. Leva a corrente até ao carreto maior da
cassete. A dita tem que entrar sem hesitações nesse carreto. Se tiveres que fazer força para
essa mudança entrar (nos desviadores de mola normal, porque nos de mola invertida tens que
tirar força à mola e a corrente deverá entrar naturalmente no carreto) significa que o limitador
“L” está muito fechado e consequentemente deverás desapertá-lo ligeiramente. Se o
desapertares muito (o tal parafuso “L”) a corrente cai para os raios e eu sei, porque tu já me
confidenciaste, que não queres que isso aconteça. Então toma tino, relembra o que eu te
ensinei ao princípio da nossa “conversa” e afina lá o limitador como mandam as regras.
Depois passa a corrente para o prato grande (do pedaleiro) e para o carreto pequeno (na
cassete) e reafina, se necessário e como já antes também expliquei, o limitador “H”.
Diploma
Parabéns. Já podes sorrir. Tu não sabes mas tens um dos desviadores traseiros mais bem
afinado do mundo.
Se algo não estiver a funcionar na perfeição é porque um dos pressupostos de que te falei
inicialmente estão a complicar a “coisa” ou porque, coisa do que duvido, fui incapaz de fazer de
ti um exímio mecânico.
Parabéns. Já podes sorrir. Tu não sabes mas tens um dos desviadores traseiros mais bem
afinado do mundo.
Se algo não estiver a funcionar na perfeição é porque um dos pressupostos de que te falei
inicialmente estão a complicar a “coisa” ou porque, coisa do que duvido, fui incapaz de fazer de
ti um exímio mecânico.
Texto retirado da revista BikeMagazine: Pedro Dias - Lusobike fotos: João Carlos Oliveira e Nuno Pinto
Boas pedaladas... agradeço ao Eng. J. A.
A História do BTT
O BTT nasceu na Califórnia na década de 1950 através de ciclistas que procuravam desafios diferentes das competições de estrada e de surfistas que procuravam ocupação para os dias sem ondas.
James Finley Scott
Foi provavelmente a primeira pessoa a modificar uma bicicleta exclusivamente para andar fora do alcatrão, em 1953. Para isso usou um quadro Schwinn, guiador plano, travões cantilever e desviadores.
Tom Ritchey
Nasceu na Califórnia em 1956 e foi um dos pioneiros do BTT. Começou por adaptar a sua bicicleta de estrada para BTT e, passados alguns anos, ganhou várias provas de BTT. Além dos titulos, hoje possui uma importante marca de bicicletas: a Ritchey Design, uma das marcas quando se fala em equipamento para ciclismo.
Gary Fisher
Um dos pioneiros no BTT. Em 1963 começa a participar em competições de estrada e em 1964 descobre o Cyclocross. É suspenso por usar cabelos compridos em 1968 e volta em 1972. Em 1979 cria a primeira BTT do mundo juntamente com o seu sócio Charlie Kelly. 160 unidades foram vendidas. Actualmente possui a sua própria marca (Gary Fisher), conhecida por inovações como BTT's de aro 29 e pela qualidade das bicicletas.
Downhill
Vertente do BTT nascida também na califórnia na década de 1970. Os ciclistas hippies da época, cansados do uso da bicicleta de estrada, encontravam-se nas montanhas de Marin Country, perto de San Francisco, Califórnia, para descer montanha abaixo. Para isso usavam bicicletas cruiser (normalmente marca Schwinn) adaptadas com pneus mais largos e travões mais potentes. O Downhill foi a primeira vertente do BTT a ser practicada.
James Finley Scott
Foi provavelmente a primeira pessoa a modificar uma bicicleta exclusivamente para andar fora do alcatrão, em 1953. Para isso usou um quadro Schwinn, guiador plano, travões cantilever e desviadores.
Tom Ritchey
Nasceu na Califórnia em 1956 e foi um dos pioneiros do BTT. Começou por adaptar a sua bicicleta de estrada para BTT e, passados alguns anos, ganhou várias provas de BTT. Além dos titulos, hoje possui uma importante marca de bicicletas: a Ritchey Design, uma das marcas quando se fala em equipamento para ciclismo.
Gary Fisher
Um dos pioneiros no BTT. Em 1963 começa a participar em competições de estrada e em 1964 descobre o Cyclocross. É suspenso por usar cabelos compridos em 1968 e volta em 1972. Em 1979 cria a primeira BTT do mundo juntamente com o seu sócio Charlie Kelly. 160 unidades foram vendidas. Actualmente possui a sua própria marca (Gary Fisher), conhecida por inovações como BTT's de aro 29 e pela qualidade das bicicletas.
Downhill
Vertente do BTT nascida também na califórnia na década de 1970. Os ciclistas hippies da época, cansados do uso da bicicleta de estrada, encontravam-se nas montanhas de Marin Country, perto de San Francisco, Califórnia, para descer montanha abaixo. Para isso usavam bicicletas cruiser (normalmente marca Schwinn) adaptadas com pneus mais largos e travões mais potentes. O Downhill foi a primeira vertente do BTT a ser practicada.
Esta é a história do BTT suas origens e peço a todos os amigos e membros deste blogue que aqui participem e façam parte desta história que é a nossa. Busca Trilhos Team - Alcochete.
Bom Ano e Boas pedaladas...
sábado, 2 de janeiro de 2010
Fotos de Arquivo III
Antes de mais um óptimo ANO NOVO de 2010 cheios de paz,saúde e alguns €uros para uns componentes...
Aqui ficam mais umas fotos antigas, desta vez num dos nossos locais favoritos: Serra da Arrábida
Aqui ficam mais umas fotos antigas, desta vez num dos nossos locais favoritos: Serra da Arrábida
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