sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Passeio de homenagem - Lenny -

Vai realizar-se no próximo dia 7 de Fevereiro um passeio de homenagem póstuma a um BTTista com quem tive o prazer de privar na Travessia LX-Santiago em 2007.
Como tal penso em participar, se me for possivel.
A restante informação encontra-se no cartaz em baixo.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Fotos de Arquivo V

Cá vai mais uma série de fotos. Desta feita as fotos são referentes a uma volta minha com o Caixeiro, (era frequente darmos algumas voltas durante a semana, visto que tinha folgas e ele só trabalhava de tarde), na qual fomos à descoberta da zona do forte de S. Filipe em Setúbal. São trilhos bastante interessantes e uma óptima alternativa aos normalmente utilizados por nós.

Mas as fotos falam por si. Espero que gostem!


video

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

SEM COMENTÁRIOS 028


O ADEUS DAS BICICLETAS COM CORRENTE by DYNAMIC BICYCLES

O sistema de corrente/cremalheiras estará para sempre associado à bicicleta. Muitas foram já as tentativas de várias marcas no sentido de ultrapassar esta situação. Um dos sistemas já divulgados é o sistema de correia (belt) já utilizado nas motas e, que até funciona no BTT.
O conceito do cardã também deriva das motas e a DYNAMIC BICYCLES adoptou este sistema ás bicicletas eléctricas. É certo que o cardã já vem sendo utilizado desde o século XIX mas, agora associado á Shimano permite ao utilizador destas bicicletas o uso de um sistema interno do 8 velocidades, que na prática corresponde a 24 velocidades, com menos manutenção e um sistema mais limpo, fiável e duradouro.


A Dynamic vende os seus produtos online através do Site: http://www.dynamicbicycles.eu/epages/ea9891.sf
Este conceito está apenas orientado para circuitos urbanos, parques, avenidas, etc., e os preços rondam os 600 Euros.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Passeios Gratuitos Serra Sintra_Loja Avalanche

Boas pessoal!
Deram me conhecimento desta loja que organiza regularmente, passeios gratuitos pela serra de Sintra.
É sempre uma alternativa para fugirmos dos trilhos habituais e conhecer novos caminhos
Para quem não se inscreveu na Lagoa do Calvo, Dia 17, há uma alternativa pela Malveira da Serra.
Deixo aqui o Link para consultarem o calendário para Janeiro e Fevereito:
http://www.avalanche.pt/eventos.php?osCsid=1537ba8e10f9460abc36531ef5d14e55

domingo, 3 de janeiro de 2010

Afinação desviador traseiro

A oferta, ao mercado consumidor, dos chamados desviadores traseiros (e de transmissões
completas) é quase totalmente dominada por dois grandes fabricantes, Shimano e SRAM. Em
matéria de grupos/transmissões para bicicletas de estrada existe também a famosa
Campagnolo.
Há outras marcas, com pouca expressão quantitativa, presentes no mercado: Tiso, Suntour,
Sunrace, MSC... Podemos ainda falar dos históricos Sachs, BTP, Mavic, Pecision Billet, Paul e
outras tantas marcas que aparecem e desaparecem quase à velocidade do som.
Os princípios de funcionamento de todos estes desviadores, e consequentemente os de
afinação, são os mesmos, e uma vez percebidos e interiorizados utilizam-se e afinam-se quase
que pela mesma bitola. Fique claro que cada marca (por vezes até modelos diferentes dentro
da mesma marca) tem pequenos truques e manhas que elevam o grau de dificuldade das
respectivas afinações, não as tornando, no entanto, intransponíveis.
O presente artigo tem como propósito explicar como se afinam tais mecanismos.
Esclarece-se que o desviador traseiro além da função que lhe dá o nome, de desviador,
desempenha também a função de esticador da corrente. Toma nota, pois caso a mola que
exerce esta função esteja pouco activa, o resto da afinação pode ficar prejudicada.
Metodologia
Por uma questão de método e de percepção das variáveis que estão em jogo, importa observar
que:
• A transmissão está devidamente limpa (o desviador e respectivos roletes, bem como a
corrente),
• Os cabos funcionam sem resistências nas bichas,
• O braço do esticador não está empenado (os dois roletes têm que estar alinhados um
com o outro), e que,
• O desviador está paralelo ao quadro (ou melhor, que o dropout - pequena peça
metálica onde está apenso o desviador - não se encontre empenado).
Caso não se cumpram estes requisitos qualquer trabalho de tentativa de afinação do desviador
estará, à partida, condenado.
Percebam que em mais de 2/3 das ditas desafinações, a “coisa” não está, de facto, desafinada.
Está suja ou entorpecida ou empenada. Por falta de cuidado do utilizador, por paragens longas
sem estarem cumpridos os procedimentos mínimos de armazenamento do artigo, por empenos
que ocorrem na sequência de quedas ou mesmo por “boleias” apanhadas por troncos e ramos
que persistem em fazer companhia ao ciclista. Faz parte da actividade. Ferramentas necessárias
Para afinares o desviador traseiro vais precisar de uma chave sextavada de 5 mm, uma chave
Philips e uma chave de fendas.
Mas afinal como é que se afina o tal desviador traseiro? Diria que é simples. Tentarei explicar.
Se olharem para o corpo de um desviador traseiro vão deparar-se com três pequenos
parafusos externos. Dois que estão alinhados entre eles e que se encontram no corpo do
desviador, nuns casos na lateral noutros na parte traseira, e na quase totalidade dos casos têm
um “L” (de Low) e um “H” (de High) inscritos mesmo ao lado. O terceiro parafuso tem por
função dar força, quando se aperta no sentido horário, à mola do esticador, e só deverá ser
mexido (é de evitar) caso os nossos percursos sejam habitualmente muito atribulados. A ideia
é não permitir que o desviador ande aos solavancos quando percorremos caminhos mais
acidentados.
Este parafuso é fácil de identificar pois percebe-se que faz força de encontro ao dropout (ou a
qualquer parte que exerce pressão no dito).

Os limitadores
Concentremo-nos então no “L” e no “H”. Ambos são limitadores de curso. Melhor,
parametrizam de onde até onde o desviador pode “navegar”. De “L” até “H”.
Do carreto mais lento “L”(low) que por sinal é o maior e o que está mais próximo dos raios da
roda, até ao carreto mais veloz “H”(high) que é o carreto mais pequeno e que fica na parte
externa da cassete. No fundo eles indicam ao braço do desviador (aquele mecanismo que
transporta os dois roletes para a esquerda e para a direita) que o caminho correcto está
garantidamente situado entre aqueles dois limites.
Para além deste percurso temos de um lado os raios (quando a corrente cai para lá ficamos
com um ar muito feliz) e do outro lado temos a ponta das escoras traseiras para onde a
corrente normalmente não cai mas, quando usamos o carreto pequeno, faz um ruído
desagradável que, a manter-se, acaba por riscar e posteriormente danificar o quadro da
bicicleta.
Como é que devemos então “calibrar” estes dois limites?
Para facilitar a compreensão vamos afiná-los sem corrente. Depois logo explico como se faz
com corrente.
Quando se coloca um desviador novo na bicicleta (operação que se faz sem corrente embora
seja viável fazê-lo com a corrente no sítio) a mola, na sua posição de descanso, empurra o
braço e os roletes para um dos extremos da cassete.
Se o desviador for de mola, dita “normal”, aquele conjunto é empurrado para o carreto mais
pequeno, se for de mola “invertida” (exclusivo de alguns desviadores da Shimano) o tal braço e
roletes são enviados para o carreto maior, junto aos raios.
O assunto começa a ficar controlado. Como?
Deixa que a mola faça o seu trabalho. Soltando o cabo do parafuso que o prende, a mola
encosta-se a um dos extremos da cassete.
a) Se for uma mola normal teremos o tal braço empurrado para o carreto pequeno. Com uma
chave estrela (uma chave de fendas também serve, na maior parte dos casos) colocada no
parafuso “H” e girando-a para um lado e para o outro apruma (ou alinha, como queiras) os
roletes com o carreto.
b) Se for uma mola invertida fazes exactamente o mesmo mas, neste caso, no parafuso “L” e,
consequentemente, no carreto grande (junto aos raios).
Afinado que está o “ponto morto” da mola prossigamos para o outro extremo.
a) Mola normal: com a mão que tiveres disponível e com alguma firmeza empurra o braço de
roletes para junto dos raios e, com a tal chave, aperta e desaperta o parafuso “L” até que
consigas alinhar os roletes com o carreto grande da cassete.
b) No caso do desviador ser invertido, com a mão disponível puxamos, com firmeza, o braço de
roletes para as escoras e com a chaves rodamos o parafuso “H” até os roletes estarem
perfeitamente alinhados com o carreto pequeno.
Podem não acreditar mas o desviador está, neste momento, perfeitamente enquadrado com a
cassete.
Se te lembras, para facilitar a perceberes a filosofia da “coisa”, sugeri fazeres o trabalho sem a
corrente. Se o fizeres com corrente o objectivo é exactamente o mesmo e nem por isso é mais
difícil.
Basta que tenhas o cuidado de puxares a corrente, no pedaleiro, para o lado que estás a fazer
o ajuste e assim a corrente não fica a exercer pressão no braço de roletes dificultando dessa
forma a nossa visão do alinhamento pretendido.
O ajuste do cabo
Na parte inferior do corpo do desviador existe um parafuso por onde tem de passar o cabo que
vem do manípulo e tem por função manter o cabo tenso.
No manípulo de onde sai o cabo atrás referido, coloca a mudança a que corresponde a mola
no seu ponto morto. Como?
Se for um desviador de mola normal coloca o manípulo na mudança mais alta, carreto mais
pequeno. Se o desviador for de mola invertida coloca o manipulo na mudança mais leve,
carreto maior. Desta forma estás, em qualquer dos casos, a colocar a mola do desviador no
seu ponto morto (sem tensão).
Com a mola do desviador sem acção (morta) esticamos o cabo com um alicate e, com ele
esticado e com a chave adequada, prendemo-lo ao corpo do desviador através do tal parafuso.
Agora só falta dar-lhe a tensão adequada. E como?
Vejamos. Em todos os manípulos existem, exactamente onde a bicha termina (ou começa,
como queiras) umas pecinhas rotativas (afinadores) que servem para aumentar ou diminuir a
tensão do cabo. Se as desapertares (sentido anti-horário) aumentas a tensão do cabo e viceversa.
Importante: antes de prenderes o cabo ao corpo do desviador deves “fechar” (apertando,
rodando no sentido dos ponteiros do relógio) quase totalmente (depois de todo fechado alivia
uma volta e meia) os referidos afinadores.
O sucesso
Neste momento tens a mola do desviador traseiro no ponto morto (independentemente do tipo
de desviador) e os afinadores (tanto o do manípulo como o do desviador, quando existe)
praticamente todo fechado. No pedaleiro, coloca a corrente no prato do meio (ou no prato
pequeno, caso só tenha dois pratos).
Agora mete uma mudança no manípulo que comanda o desviador traseiro (apenas um clique)
enquanto com a outra mão vais pedalando devagar. A probabilidade de a mudança entrar (a
corrente muda de carreto) é quase nula e se entrar fica a fazer algum barulho.
Então, com calma, vai desapertando (aumentando a tensão do cabo) o afinador (se tiveres
afinador no desviador é mais fácil, caso contrário faz isso mesmo no afinador do manípulo) até
que a mudança entre no carreto seguinte. Depois dá-lhe para aí mais meia volta até sentires
que a corrente deixa de fazer estardalhaço no carreto. Já está? Óptimo.
Então agora mete mais uma mudança (só uma, um clique). Continua a pedalar (com a outra
mão).
A mudança que meteste desta vez entrou? Huuummm, a coisa está a correr de feição. Dá
quartos de volta no afinador caso sintas algum barulho menos agradável até sentires que a
“coisa” está fina.
Nota, são mesmo quartos (1/4) de volta, não são voltas inteiras. Estás a gostar da música que
vem do perfeito casamento (ou acasalamento, fica ao teu critério) carreto/corrente?
Feito isto, vamos lá a ver se não exageraste na tensão do cabo. Como? Queres mesmo saber?
Então faz-me um favor: tira uma mudança (no manípulo). Só uma. A corrente desceu sem
hesitações?
Então agora põe duas, uma de cada vez. Correu bem? Tira duas. O som do acasalamento está
à maneira? Huummm, consta por aí que estás feito (quase) um mecânico.

O aprumo final
Coloca a corrente no prato pequeno do pedaleiro. Leva a corrente até ao carreto maior da
cassete. A dita tem que entrar sem hesitações nesse carreto. Se tiveres que fazer força para
essa mudança entrar (nos desviadores de mola normal, porque nos de mola invertida tens que
tirar força à mola e a corrente deverá entrar naturalmente no carreto) significa que o limitador
“L” está muito fechado e consequentemente deverás desapertá-lo ligeiramente. Se o
desapertares muito (o tal parafuso “L”) a corrente cai para os raios e eu sei, porque tu já me
confidenciaste, que não queres que isso aconteça. Então toma tino, relembra o que eu te
ensinei ao princípio da nossa “conversa” e afina lá o limitador como mandam as regras.
Depois passa a corrente para o prato grande (do pedaleiro) e para o carreto pequeno (na
cassete) e reafina, se necessário e como já antes também expliquei, o limitador “H”.
Diploma
Parabéns. Já podes sorrir. Tu não sabes mas tens um dos desviadores traseiros mais bem
afinado do mundo.
Se algo não estiver a funcionar na perfeição é porque um dos pressupostos de que te falei
inicialmente estão a complicar a “coisa” ou porque, coisa do que duvido, fui incapaz de fazer de
ti um exímio mecânico.
Texto retirado da revista BikeMagazine: Pedro Dias - Lusobike fotos: João Carlos Oliveira e Nuno Pinto
Boas pedaladas... agradeço ao Eng. J. A.

A História do BTT

O BTT nasceu na Califórnia na década de 1950 através de ciclistas que procuravam desafios diferentes das competições de estrada e de surfistas que procuravam ocupação para os dias sem ondas.
James Finley Scott
Foi provavelmente a primeira pessoa a modificar uma bicicleta exclusivamente para andar fora do alcatrão, em 1953. Para isso usou um quadro Schwinn, guiador plano, travões cantilever e desviadores.
Tom Ritchey
Nasceu na Califórnia em 1956 e foi um dos pioneiros do BTT. Começou por adaptar a sua bicicleta de estrada para BTT e, passados alguns anos, ganhou várias provas de BTT. Além dos titulos, hoje possui uma importante marca de bicicletas: a Ritchey Design, uma das marcas quando se fala em equipamento para ciclismo.
Gary Fisher
Um dos pioneiros no BTT. Em 1963 começa a participar em competições de estrada e em 1964 descobre o Cyclocross. É suspenso por usar cabelos compridos em 1968 e volta em 1972. Em 1979 cria a primeira BTT do mundo juntamente com o seu sócio Charlie Kelly. 160 unidades foram vendidas. Actualmente possui a sua própria marca (Gary Fisher), conhecida por inovações como BTT's de aro 29 e pela qualidade das bicicletas.
Downhill
Vertente do BTT nascida também na califórnia na década de 1970. Os ciclistas hippies da época, cansados do uso da bicicleta de estrada, encontravam-se nas montanhas de Marin Country, perto de San Francisco, Califórnia, para descer montanha abaixo. Para isso usavam bicicletas cruiser (normalmente marca Schwinn) adaptadas com pneus mais largos e travões mais potentes. O Downhill foi a primeira vertente do BTT a ser practicada.
Esta é a história do BTT suas origens e peço a todos os amigos e membros deste blogue que aqui participem e façam parte desta história que é a nossa. Busca Trilhos Team - Alcochete.
Bom Ano e Boas pedaladas...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Fotos de Arquivo III

Antes de mais um óptimo ANO NOVO de 2010 cheios de paz,saúde e alguns €uros para uns componentes...

Aqui ficam mais umas fotos antigas, desta vez num dos nossos locais favoritos: Serra da Arrábida

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